#DeJesusABarrabásAlém de resolver problemas financeiros, Vorcaro também se importava com o cinema nacional
A gente já sabe que Daniel Vorcaro era uma espécie de caixa eletrônico de Brasília. Precisou de dinheiro? Disque Vorcaro. Mas a gente não sabia que ele também era um mecenas do cinema nacional. Antes de ser liquidado, o Banco Master financiou obras magnificas da propaganda política brasileira, como “963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos", sobre a gestão de Michel Temer, dirigido por Bruno Barreto; e “Lula, um documentário”, dirigido por Oliver Stone. Ambos ainda inéditos. Ninguém sabe ao certo quanta grana de Vorcaro circulou nessas produções. Ainda não surgiu um áudio do Michelzinho ou do Lulinha, tendo a liberdade de cobrar Vorcaro pelas parcelas atrasadas, como fez o Bolso-Filho no áudio vazado ontem. Mas os bolsonaristas não viram nada demais. Acham normal um filho buscar financiamento para o filme sobre a vida do pai, recorrendo ao capital privado que Vorcaro surrupiou em fraudes bancárias que o levaram à prisão. Porém, o mais impressionante não é saber que Flávio se meteu numa nova rachadinha. Mas a versatilidade artística de Jim Caviezel, que foi o Jesus de Mel Gibson, e se tornou o Barrabás de Mário Frias. O NEIM precisa do seu apoio para continuar Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quinta-feira, 14 de maio de 2026
#DeJesusABarrabás
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