Lulinha foi à China, enrustido na comitiva empresarial que acompanhou Lula. Durante a viagem, esteve com Luiz Phillippe Rubini, empresário que se tornou alvo de uma investigação da Polícia Federal. Rubini é ligado à empresa Fictor e foi citado na Operação Fallax (quem inventa esses nomes?), que apura suspeitas de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, a quadrilha teria utilizado empresas de fachada, dados falsos e até criptomoedas para lavar dinheiro do time organizado. Lulinha é apontado como consultor da Fictor. A defesa nega e a gente acredita. Lulinha seria incapaz de ser consultor de qualquer empresa. O cargo dele é ser filho do pai, enquanto o pai é presidente. A defesa de Lulinha insiste que jamais houve relação comercial com a Fictor ou mesmo com Rubini. Era só amizade. Mas a gente sabe bem quanto custa essas amizades. *** Antes de você ir embora, vale a pena relembrar disso aqui. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 27 de março de 2026
#Consiglière
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