Sempre li o Estadão, desde criança. Continuo a ler, mas está cada dia mais difícil separar o jogo do trigo, o que é notícia do que é narrativa, o que é verdade do que é militância. Protestos violentos na França, invasão de lojas e roubo de mercadorias virou “quebram janelas”. Não é admissível que um jornal centenário como o Estadão faça isso. Júlio de Mesquita deve estar se revirando no túmulo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2026
#ImprensaImprensada
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