Gilmar viajou de Diamantino (MT) para Brasília em um avião operado pela empresa Prime You, que tinha como sócio o empresário Daniel Vorcaro. A viagem ocorreu em 1º de janeiro de 2025, após o magistrado participar da posse de seu irmão, Chico Mendes, como prefeito do município. Registros indicam que a aeronave, um Phenom 300, decolou às 16h38 com destino à capital federal. Gilmar afirmou não ter conhecimento sobre qualquer relação da aeronave com empresas ligadas a Vorcaro. Segundo ele, a viagem foi apenas uma carona oferecida por Marcos Molina, presidente do conselho da MBRF, grupo formado pela fusão entre BRF e Marfrig. A empresa confirmou o voo e informou que Molina possui cota na aeronave operada pela Prime, mas negou qualquer relação pessoal ou comercial entre o executivo e Vorcaro. Mas a relação pessoal com Gilmar Molina nem tem como negar. Não sou contra boas amizades, principalmente quando envolve viagens gratuitas em jatinhos particulares. Mas é sempre complicado quando o amigo é empresário com ações a serem julgadas no Supremo. O caso se soma a outros episódios envolvendo ministros do STF que viajaram de Vorcaro Air. Além de Gilmar, Xandão, Toffoli e Kassio Nunes Marques, totalizando ao menos 11 trajetos. Mas os supremíssimos garantem não possuir vínculos com Vorcaro, fora dos contratos milionários de familiares, degustação de uísques, charutadas e festinhas privês. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
|
DICAS DO ZE
Total de visualizações de página
quinta-feira, 9 de abril de 2026
#ViajantesSupremos
#ViajanteGeralDaPF
#ViajanteGeralDaPFDiretor da PF também era cliente da Vorcaro Air
O diretor-geral da PF foi para Londres com tudo pago pelo Banco Master. Participou do 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, realizado entre 24 e 26 de abril de 2024, que discutiu o futuro do Brasil, mas lá em Londres. Andrei Rodrigues, o viajante-geral da PF, dividiu a mesa com Davi Alcolumbre, no painel “As Instituições na Defesa da Igualdade Social e Econômica”. O evento contou com as supremíssimas participação de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e grande elenco. O problema é que o encontro foi bancado pelo Banco Master. O evento em si é inócuo, como todos os eventos que pretendem discutir o Brasil no exterior. A única coisa relevante foi a famosa degustação de uísque Macallan, de US$ 640.831,88 (cerca de R$ 3,2 milhões), bancada por Vorcaro. Além do diretor-geral da PF, estiveram presentes os supremíssimos supracitados, alguns outros do STJ, os ministros lulistas Alexandre Silveira e Ricardo Lewandowski, além de Gonet, que parece, mas não é o Procurador-Geral da República e alguns congressistas. O NEIM precisa da sua colaboração para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE e compartilhe.
Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
© 2026 Não é Imprensa |
#OsPiratasDeOrmuz
#OsPiratasDeOrmuzIranianos querem saquear as empresas marítimas cobrando pedágio ilegal em bitcoins
O Financial Times noticiou que o Irã passou a exigir pagamentos em bicoins de navios que atravessam o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do comércio global de petróleo. O Estreito de Ormuz é uma via marítima internacional, por isso, tanto o bloqueio quando o pedágio cobrado pelo Irã é ilegal. E as companhias marítimas que cederem à chantagem do regime doa aiatolás podem sofrer sérias sanções econômicas por estarem violando as leis internacionais. Trump, por exemplo, poderia evocar a lei Magnistsky, que ficou bastante conhecida aqui no Brasil. A imprensa brasileira replica a matéria do Financial Times, sugerindo que a pirataria iraniana pode ter implicações mais amplas para o sistema financeiro global e o comércio de commodities. Se adotada ou replicada por outros países, diz a reportagem, poderia acelerar o uso de criptomoedas em transações internacionais de grande escala, dificultando o rastreamento dessas transações. Mas a verdade é que empresas multinacionais de grande porte jamais se aventurariam em “transações internacionais de grande escala” com países com sanções internacionais, sobretudo com o malucão alaranjado na Casa Branca. Além disso, como a circulação de criptomoedas em grande escala necessita de uma carteira em alguma exchange, os valores são facilmente rastreáveis. O problema, enfim, não é a criptomoeda, mas a tirania dos aiatolás exigir “pedágio” para os navios atravessarem uma via marítima internacional. O NEIM precisa da sua colaboração para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE e compartilhe. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
© 2026 Não é Imprensa |



