No plenário do Supremo Tribunal Federal, onde o ritual das palavras mal consegue esconder as emoções sob camadas de formalidade, Gilmar, Aiatolá do Supremo, emitiu sua fatwa contra o presidente da Corte, Edson Fachin. Disse que o colega “não sabe perder” e insinuou que a presidência estaria transformando a demora em método, segurando julgamentos sensíveis num tipo de obstrução silenciosa... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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DICAS DO ZE
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sábado, 16 de maio de 2026
#NãoSabePerder
#Desilusões
#DesilusõesGovernar a Europa contemporânea tornou-se incomparavelmente mais difícil do que foi para gerações anteriores.
Em A crise da consciência europeia, publicado originalmente em 1935, o historiador francês Paul Hazard descreveu o momento em que a Europa abandonava antigas certezas religiosas, morais e políticas para ingressar em uma era de dúvida, racionalismo e transformação profunda. Séculos depois, o continente parece atravessar outra crise de consciência, desta vez menos filosófica, mas igualmente corrosiva. Os líderes europeus que chegaram ao poder prometendo estabilidade e competência administrativa e um Estado de Bem-Estar Social cada vez mais abrangente, entregaram sociedades dilaceradas, economias estagnadas e uma população cada vez mais desconfiada das instituições que governam suas vidas... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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#BaileDaIlhaFiscal
O Brasil atual me lembra cada vez mais o Baile da Ilha Fiscal. Vou pegar um exemplo: a posse de Nunes Marques na presidência do TSE. Era para ser apenas um ato burocrático. Um ministro do STF assumir a presidência do TSE é automático, trivial e corriqueiro. Só isso. Sem meritocracia e sem concurso. No entanto, transformaram a posse num evento que envolveu TODAS as maiores autoridades do país. Como se Nunes Marques tivesse realizado uma grande missão e a República teria obrigação de recompensá-lo por isso. Centenas de pessoas que deveriam estar trabalhando para o povo naquele horário, por isso são pagas pelo povo, deixam seus afazeres para assistir a posse e ouvir discursos desnecessários. Custou muito caro, e quem pagou? Nós. Não satisfeitos com esse evento, fizeram uma festa de arromba com direito a bebidas, comidas e show de calouros com ministro no palco cantando. Vamos traçar um paralelo com uma empresa privada. O diretor de uma empresa precisa assumir temporariamente a diretoria de uma subsidiária. Não vai ter cerimônia de posse, não vai ter festa e nem rega bofe. Ele vai, assume, trabalha, e como é temporário, volta para a empresa original. A Família Romanoff e a nobreza Czarista se espantariam com o Brasil atual. O NEIM precisa do seu apoio para continuar Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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