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No outono de 2021, enquanto a Europa ainda operava sob a suposição de estabilidade estratégica, um telefonema silencioso condensava o que viria a ser a ruptura mais grave da ordem continental desde a Segunda Guerra. De um lado da linha, William Burns, diretor da CIA, enviado por Joe Biden a Moscou; do outro, Vladimir Putin, isolado, distante, imponderável. Burns não encontrou um interlocutor aberto à dissuasão, mas um líder já convencido de sua própria narrativa — a de que a Rússia estava cercada, vulnerável e obrigada a agir. Ao retornar a Washington, Burns trazia mais do que impressões. Estava convicto de que a invasão da Ucrânia era inevitável.
A longa matéria feita pelo The Guardian reconstrói esse período como um raro caso de acerto antecipado da inteligência ocidental. EUA e Reino Unido identificaram não apenas a possibilidade, mas a intenção concreta de uma invasão em larga escala. Satélites mostravam movimentação massiva de tropas; interceptações indicavam preparativos incompatíveis com exercícios militares; sinais políticos e logísticos apontavam para algo maior que uma operação limitada no Donbass. Ainda assim, o que parecia evidente em Washington e Londres soava implausível em Paris, Berlim e até em Kiev...
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O Neim está republicando as crônicas que Mainardi escreveu para a revista Veja – e que a revista, curiosamente, excluiu do seu site.
Os textos proibidos que a Veja excluiu do seu site
Inúteis e intocáveis
(publicado em 1 de março de 2000 - Veja, ed. 1638)
É raro que eu seja convidado a participar de feiras de livros ou congressos de escritores. O fato me irrita profundamente, porque eu, como todos os meus colegas, gosto muito de viajar de graça. Caso me convidassem, eu aceitaria viajar até para Chernobyl. E, com certeza, encontraria uns 25 escritores por lá. Talvez os mesmos 25 que tive a oportunidade de encontrar na semana passada, num congresso em Póvoa de Varzim, estância balneária perto do Porto, no norte de Portugal...
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