Na época em que as corrupções lulistas viviam nas capas dos jornais, foi preciso diferenciar um filho do Lula do outro. Um é o Lulinha, Fábio Luís.
O outro era o Luleco, Luis Claudio.
O primeiro se envolveu com empresas de telecomunicação que faziam lobby junto ao governo. Fechou acordos milionários, oferecendo serviços que, segundo as investigações da época, não foram prestados. É o caso GameCorp.
O segundo foi acusado de fazer lobby e receber propina na Operação Zelotes, que investigava um grande esquema de fraudes nos processos administrativos de empresas que sonegavam impostos.
O primeiro, Lulinha, ressurgiu nas páginas policiais por conta da sua relação com o Careca do INSS, acusado de roubar os aposentados.
O segundo, Luleco, ressurgiu por não saber explicar uma irregularidade na declaração de imposto de renda. Ele recebeu 2,5 milhões de um lobista através de sua empresa de marketing, mas segundo a Receita, não conseguiu comprovar a realização serviço.
Dizem que os bons filhos a casa tornam. O problema é quando o maus também voltam.