O governo Lula não consegue aprovar nada no Congresso. Mas conseguiu barrar a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na CPMI do INSS. Segundo mensagens interceptadas pela PF, o empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, mandou um funcionário depositar R$ 300 mil mensal na empresa de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, e que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz” A CPMI do INSS não tá muito a fim de saber disso. Mas não é a primeira vez que Lulinha se mete em escândalos. Em 2006, no caso Gamecorp, ele recebeu uns aportes milionários na sua empresa, envolvendo a Telemar/Oi, grupo que operava concessões públicas e dependia de decisões regulatórias do governo. Obviamente se suspeitou de conflito de interesses, afinal, as vantagens comerciais da empresa de Lulinha não se davam por critérios de mercado, assim como as vantagens dos escritórios das esposas de ministros do STF não de dão por critérios de altos saberes jurídicos. Mesmo sem uma condenação de Lulinha naquela época, o episódio se consolidou como símbolo do tipo de promiscuidade entre negócios privados e poder estatal que sempre marcou os governos petistas. O nosso Doge de Veneza, Diogo Mainardi, escreveu tanto sobre o Lulinha que, agora, infelizmente, quer distância do jornalismo e da picaretagem política, que se repetem ad infinitum nesse mar de lama que é o Brasil. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
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#OGestoDeNelson
#OGestoDeNelsonNelson Rodrigues queria explicar o homem através dos seus mitos e obsessões
“O mundo é dos jovens”. A gloriosa atriz dá o mundo, de graça, de mão beijada. O sujeito tem dezessete, dezoito, vinte. Pronto. Toma o mundo. Mas vejam como, numa simples frase, está todo um crime, ou seja, o crime de dar razão a quem não a tem. O mundo só pode ser dos que têm razão. Mas a razão é todo um maravilhoso esforço, toda uma dilacerada paciência, toda uma santidade conquistada, toda uma desesperada lucidez. Não era bem assim que eu queria dizer. Faltam-me palavras. (Nelson Rodrigues, 1968) Pondé escreveu um belo texto sobre Nelson Rodrigues em sua coluna da Folha. Daqueles que fazem brotar comentários azedos que confirmam exatamente o que diz o autor. Houve quem se compadecesse até mesmo das críticas que Nelson fazia a Dom Hélder, como se o escritor estivesse a ofender um sacerdote em pleno exercício do respeito pela sua batina. Isso mostra o “óbvio e ululante” acerto do autor: o “Padre de Passeata” – aquele tipo que instrumentaliza o clero para servir a partidos, trocando a transcendência pela “justiça social” terrena – ainda exerce um enorme apelo sobre o público que sente imensa alegria em defender ardorosamente quem o manipula... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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#NasSurubasDeEpstein
#NasSurubasDeEpsteinAté Bill Gates andou dando uns shutdowns na tela azul da patifaria
As surubas de Jeffrey Epstein voltaram a ocupar o centro do debate público. Muita gente foi pega de calças nas mãos. Até Bill Gates chegou a frequentar umas festinhas privês. Ontem, com a revelação de parte dos Epstein Files, o dono do Windows viu a tela azul na sua vida. Em sua defesa, alegou que se arrepende de cada minuto que passou com o cafetão universal. Mas ele não parecia estar tão arrependido assim na fotinha abaixo... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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