#LiteraturaArtificialA grande polêmica atual no mercado literário é o uso de IA para substituir o escritor
No mês passado, o escritor canadense Thélyson Orélien foi acusado de produzir um livro inteiro com inteligência artificial. A situação dele piorou quando o jornal Le Figaro encontrou provas de plágio, com passagens semelhantes a outros livros, como o clássico francês Le Matin des Magiciens, de Louis Pauwels e Jacques Bergier. Orélien foi excluído do prêmio Goncourt, na França, no qual estava concorrendo e ainda teve o contrato com sua editora encerrado. Não foi algo fortuito. Um estudo recente apontou que grande parte dos livros de ficção vendidos na Amazon contém aproximadamente 25% de partes feitas por IA. Porque o mercado editorial, no final das contas, é um mercado. E a eficiência hoje em dia está exclusivamente em cortar custos. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Continue lendo este post gratuitamente no app Substack
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domingo, 1 de novembro de 2026
#LiteraturaArtificial
#Interlúdio: A geração que perdeu o passado
#Interlúdio: A geração que perdeu o passadoVivemos numa época em que tudo é registrado, mas quase nada parece destinado a permanecer
Todo mundo já deve ter recebido uma mensagem no celular sobre uma memória recente, como aqueles mapas do Google que informam por onde andamos no mês anterior. Aí a gente se dá conta que o ano todo estávamos sendo rastreados pelas Big Techs. Poderíamos explorar o apocalipse das Big Techs para refletir o quanto da nossa vida privada está exposta na internet sem o nosso consentimento. Infelizmente, Marshall McLuhan já dizia, na velha saudosa década de 70, que o progresso tecnológico acabaria com qualquer pretensão de privacidade. Somos filmados na rua. Rastreados voluntariamente pelos aplicativos que pedem permissão para isso. E nossos dados já estão sendo coletados automaticamente num banco de dados. O único e verdadeiro problema é o que fazer e onde armazenar tanta informação inútil. O velho Jacques Maritain já dizia, também na velha e saudosa década de 70, que a modernidade tinha uma fixação obsessiva no tempo presente. O que passou já nem existe mais, deve ser esquecido. Porque o futuro está completamente subordinado àquilo que faremos agora. Ele chamou isso de Cronolatria Epistemológica. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Continue a leitura com um teste grátis de 7 diasAssine Não É Imprensa para continuar lendo este post e obtenha 7 dias de acesso gratuito aos arquivos completos de posts. Uma assinatura oferece a você:
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#SemanaDosTrouxas(66)
#SemanaDosTrouxas(66)Um resumo semanal para provar que o governo tem certeza de que somos trouxas
Além de trouxas, não temos memória. Luschinger é uma cerveja alemã? Lulinha só conheço a doré. Vorcaro quem? 128 milhões do quê? O que é Macallan? Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Esse cheiro é de charuto? Orgias, onde? O INSS é Careca? Peleleca? Você tem língua presa? Cú se escreve com K? Sicário é um seriado da Netflix? Dark Horse era o cavalo do Zorro? Relógios do Jaques Wagner? Nem sabia que ele é relojoeiro. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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