#JornalismoMasterA imprensa continua a ser um balcão de negócios em que influencers e jornalistas atacam um bandido para escamotear a bandidagem do outroÉ quase impossível encontrar um jornalista disposto a falar dos bilhões roubados pelo PT na Lava Jato. Quase todos aderiram passivamente à conversa mole de “conluio” de juízes e procuradores, que se baseia nas conversas roubadas pelo hacker de Araraquara que a turma do Verdevaldo espalhou por aí. Não importa se os acusados devolveram milhões do dinheiro roubado. Não importa se confessaram seus crimes e assinaram suas delações premiadas depois de consultarem os advogados mais famosos do país. Muita gente na imprensa sempre foi conivente com a corrupção. Há muito tempo o jornalismo virou um balcão de negócios, que se revela nas guerras de facções, quando um bandido é exposto só para escamotear a bandidagem do outro. Porém, depois de 6 longos anos ignorando os inquéritos ilegais no STF, uma parte da imprensa decidiu questionar a atuação de Toffoli e Xandão, não pelas ilegalidades flagrantes da manipulação do regimento interno da Corte para perseguir inimigos e enterrar investigações, mas para levantar dúvidas sobre conflitos de interesse nas relações extravagantes com o dono do Banco Master. Tem muita gente incomodada com contratos de 120 milhões, sítios Tuiuiús e festas privês com degustação de charutos e outras iguarias. A verdade é que a corrupção escandaliza menos do que a falta de convite. É uma pena que tão pouca gente se lembre do depoimento do Emilio Odebrecht ao MP, dizendo que a corrupção era um negócio institucionalizado, de conhecimento explícito de todo mundo em Brasília, inclusiva da imprensa. No Brasil, muitos jornalistas não se calam por falta de provas, mas por excesso de conveniência.
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sábado, 7 de fevereiro de 2026
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