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DICAS DO ZE
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quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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#PorcoÚtil
Uma sociedade que dá alguma relevância à opinião de um sujeito condenado por estelionato merece mesmo se foder. Quando achava conveniente para os próprios interesses, Pablo Merdal dizia que Lula e Flávio Bolsonaro eram iguais. Ele dizia o seguinte: Agora, por alguma conveniência que certamente não é ideológica, resolveu vender Flávio Bolsonaro como a última esperança do Brasil. E, de quebra, chama de nazista qualquer um que repita exatamente o que ele próprio dizia até outro dia. Isso é ofensivo porque ofende a nossa inteligência. É como se esse verme achasse superior a todos que o ouvem. É como se você fosse um burro tapado que não sabe quem ele é e engolisse tudo que ele diz. Um sujeitinho asqueroso. Esse estelionatário consegue ser mais falso do que o ácido hialurônico que carrega na cara. Hoje, Pablo Merdal se presta ao papel humilhante de ser a Zambelli do Flávio Rachadinha e o que me conforta é conhecer o modus operandi da família Bolsonaro. Sabemos como funciona: enquanto você serve, é patriota, aliado e indispensável. Quando deixa de ser útil, vira comunista, traidor ou simplesmente um desconhecido. É jogado no lixo como camisinha usada. Foi assim com Zambelli, Marinho, Joice, os patriotas idosos do 8 de Janeiro e até a menina do batom. O bolsonarismo é uma máquina de moer aliados: Todo mundo que chega se achando filé termina como carne moída. E Pablo, com aquele ego inflado na mesma clínica em que infla a cara, acredita sinceramente que com ele será diferente. Como todo narcisista oportunista, encontrou finalmente seu habitat natural: um chiqueiro onde pode juntar o útil ao agradável. De um lado, os holofotes que alimentam sua vaidade patológica. Do outro, a expectativa de vantagens pessoais que alimenta a sua ambição e materialismo doentio. Mas a história já nos ensinou como termina esse banquete. Quando Flávio Bolsonaro precisar servir um porco assado para satisfazer os convidados que têm o rabo preso, não tenho dúvidas de que Pablo será um dos primeiros a aparecer na bandeja, com uma maçã na boca. Afinal, num chiqueiro onde todos se acham donos da fazenda, sempre chega o dia em que alguém descobre que era apenas o leitão na engorda. E, quando esse dia chegar, vou me divertir assistindo. Ver um estelionatário condenado por enganar velhinhos ser feito de otário é um espetáculo que merece plateia. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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#CassinoBrasil
Essa semana descobrimos que Willer Thomaz, o “irmãozão” do Flávio Bolsonaro é viciado em bet. Em agosto, Willer foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal. A suspeita é que ele era responsável por um “hub financeiro, patrimonial e logístico”, no esquema de desvio e lavagem de dinheiro roubado dos aposentados do INSS, investigado na Operação Sem Desconto. E estaria usando as bets para escamotear a origem da grana. O NEIM precisa do seu apoio para continuar
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