O mundo parece entrar em uma nova etapa da política internacional: não a da paz, mas a de um medo recalculado. Estados Unidos, China, Rússia, Irã, Ucrânia e as grandes empresas de inteligência artificial aparecem em frentes diferentes de uma mesma história. Em todas elas, a força continua importando, mas já não garante obediência. O poder, hoje, esbarra em cadeias econômicas frágeis, em guerras assimétricas e em tecnologias capazes de alterar o custo de cada movimento...
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Trump promete que ainda hoje sai o acordo de paz com o Irã. É a quinta tentativa. Talvez a sexta. Ambos os lados fizera muitas exigências, mas terminaram com concessões.
No campo nuclear, os Estados Unidos podem reivindicar um avanço importante se conseguirem, de fato, impor restrições ao programa iraniano. A destruição, remoção ou diluição do estoque de urânio enriquecido a 60% seria uma vitória para os EUA e Israel. Mas o Irã ainda poderia preservar parte significativa de seu material nuclear, o que mantém dúvidas sobre a profundidade real do acordo...
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