A grande pergunta de Hannah Arendt não nasceu numa biblioteca, mas das ruínas. Como foi possível que a Europa de Goethe, Kant e Beethoven também tivesse produzido Auschwitz? Como sociedades que se julgavam o ápice da civilização foram capazes de transformar o assassinato em política de Estado e a barbárie em procedimento administrativo?
Poucos filósofos escreveram com um senso tão agudo de urgência histórica. Arendt pensava diante dos escombros, como alguém que recolhe pedaços de um mundo destruído para tentar compreender em que momento a humanidade perdeu o rumo.
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O jornal da escolinha do professor Moreira publicou uma foto de Flávio Bolsonaro com o “Sicário” do ex-banqueiro periguete, Daniel Vorcaro.
Flávio está todo à vontade, com o dorso desnudo e corrente de ouro, diante do sujeito com cara de pastor picareta que é apontado pela PF como o bandidão oficial da bandalheira Master.
Mas desta vez a explicação chegou rápido. Com tantos esqueletos no armário, Flávio está se especializando em dar desculpas esfarrapadas...
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O Brasil ganhou uma tarifa, os ganhadores do Nobel querem segurança econômica e, no fim, todo mundo ganhou censura.
Tarifaço do Trump: ninguém quer assumir a paternidade
Fato e contexto: o governo Trump decidiu impor uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A investigação americana menciona desmatamento da Amazônia e supostas práticas comerciais desleais, entre elas o Pix, a pirataria e o Etanol. ...
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