#Literatura: O som e a fúria, de William Faulkner (2)A obra em que Faulkner anunciou sua estética — interioridade complexa, pontos de vista mutáveis, o tempo tornado elástico e uma compaixão feroz, por vezes brutal, por seus personagens
Parte 2 A evolução de Faulkner como escritor culminou em sua obra seminal, O Som e a Fúria, publicada em 1929. Foi escrita em 1928, quando as primeiras nuvens negras da Grande Depressão já estavam no horizonte. A Grande Depressão foi a pior e mais longa crise econômica da história moderna, durando de 1929 a 1939. Começou nos Estados Unidos e rapidamente se espalhou pelo mundo, causando desemprego em massa, deflação severa, falências bancárias generalizadas e pobreza extrema. Uma combinação complexa de instabilidade financeira, erros políticos e desastres ambientais causou e prolongou a crise. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
|
DICAS DO ZE
Total de visualizações de página
segunda-feira, 6 de julho de 2026
#Literatura: O som e a fúria, de William Faulkner (2)
#MortoMasFeliz
Estou imerso no meu filme, por isso ando sumido daqui. Será um filme brasileiro bem diferente: não terá Wagner Moura, não terá lacração, não terá dinheiro do Vorcaro, não terá dinheiro da Lei Rouanet e falará sobre o Natal. Mas hoje, como não gravamos o filme, encontrei um tempinho entre o café da manhã e a gravação do The Noite para escrever aqui. Vamos falar da derrota da Seleção? Enquanto a Seleção ganhava, eu sofria algumas derrotas. Meu comedy club teve um péssimo mês, porque, em época de Copa do Mundo no Brasil, todo o comércio fica concentrado em quem quer ver jogo em boteco. Tive que parar meu filme em dias de jogo, o que me trouxe muito prejuízo, já que o brasileiro acha que dia de jogo é feriado. Também tive que aguentar batuque até duas horas da manhã em frente de casa quando o Brasil ganhava. E, para completar, estou com um cenário horrível de Copa do Mundo no meu programa. Então, confesso: a derrota do Brasil ontem está me deixando um pouco menos infeliz hoje. Algumas coisas vão começar a se normalizar e melhorar para o meu lado. E, se você se ofende com isso, desculpe. É a verdade. Tenho funcionários para pagar e compromissos para honrar. A Copa realmente estava me atrapalhando muito. Agradeço ao mutante da Noruega por isso. E agora, dá licença, que eu tenho muito o que remar hoje. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
© 2026 Não é Imprensa |
#Agamenon: Um grande passado pela frente!
O futebol brasileiro é um narciso que se se contempla num espelho retrovisor. O que não consigo entender é como um país que tem na sua liderança, na sua elite intelectual e política, homens e mulheres da estatura de um Gilmarginal Mentes, de um Alexandre de Imoraes, de um Dias PTfolli, de Kassio Gatunes Marques, de Ciro Nojeira, de um Davi Alcolurmb, de um Luis Ignácio Halland da Silva, de um clã Bolsonaro, de um Valdemarcola Costa Neto, de um Daniel Porcaro, de uma Janja de Galinha, de uma Michêle Bolsonaro, de um presidente da CBF importado de Roraima com a mulher e uma amante, e Carlo Lanchelotti que veio da Itália por uma fortuna, seja capaz de ser eliminado da Copa do Mundo por uma Noruega cujo único e solitário atributo é o bacalhau (gadus mohrua) seco e sem cabeça? Como se explica tal assimetria? Ou se explica? Se o Romário trabalhar no Senado o que trabalha na Cazé TV, a República estará salva. Mas os nossos adversários suequinos admitiram que o jogo foi fjord. Eu sei, eu sei está “boutade” é de quinta categoria, mas a seleção brasileira é pior, muito embora reconheço que, durante os intervalos para a hidratação, o nosso escrete foi muito superior ao adversário. Perdemos um pênalti, é certo, mas o que é perder um pênalti a perder o amor da Virginia Fonseca? Tentamos de tudo, foram até buscar o Neymar Jr. que estava fazendo compras num outlet de Nova Jersey, mas foi em vão. Neymar saiu de campo sem nenhuma contusão que justifica-se um “close” dramático na TV Globo. E agora? O que os publicitários vão fazer com suas geniais campanhas? Melhor não dar ideia. E a nossa torcida organizada nos EUA? Para quem vão torcer Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem ? Perdemos por ignorar a História. Os norueguenses são vikings, um povo cruel e sanguinário com seus adversários, mas também grandes negociantes. Dividindo seus inimigos em pedaços, inventaram o comércio à prestação. Marcelo Madureira é humorista do Casseta & Planeta e, junto com o Hubert (também do Casseta & Planeta) produzem conteúdo para o canal do jornalista Agamenon Mendes Pedreira no Substack. Chega lá e “assassina”.
Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
© 2026 Não é Imprensa |



