#Interlúdio: A imprensa a favorO que se espera de uma mídia com o mínimo comprometimento com o interesse público é que ela seja capaz de, quando preciso, contrariar os seus próprios apoiadores.
Em 1920, Upton Sinclair publicou The Brass Check: A Study of American Journalism. O escritor e jornalista norte-americano já falava, naquela época, sobre conflitos de interesses, dependência econômica e manipulação da informação. Sinclair acusava o jornalismo de alardear sua independência enquanto vendia ao público uma aparência de imparcialidade. Parece que nada mudou. Porque a liberdade de imprensa não significa, necessariamente, independência jornalística. Sinclair demonstrou, com casos concretos, que a informação poderia ser controlada sem a presença de censores ou a intervenção direta do Estado. Bastaria controlar a propriedade dos jornais, suas fontes de financiamento e a publicidade que sustentava suas atividades. Nada mudou mesmo! Assim a censura pode funcionar de forma discreta e silenciosa, por meio das escolhas editoriais e dos interesses de quem financiava a notícia. É exatamente o que a gente viu nas últimas semanas, com a derrama dos milhões de Vorcaro para jornais e jornalistas. O NEIM precisa do seu apoio para continuar Continue lendo este post gratuitamente no app Substack
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quinta-feira, 22 de outubro de 2026
#Interlúdio: A imprensa a favor
#MasJá?
O que Pablo Marçal tem em comum com o Lulinha? Ambos roubam velhinhos aposentados. Ontem mesmo eu escrevi sobre o destino do Marçal no secto bolsonarista. Confira você mesmo ESSE ARTIGO AQUI! Pois bem. Não se passaram nem 24 horas que eu escrevi que isso aconteceria e o leitão já começou a ser empurrado para fora do chiqueiro. E, pelo visto, nem precisou chegar ao peso de abate. Vejam só: 📰 CNN Brasil — Marçal fica fora da preparação de Flávio Bolsonaro para debate da Globo 📰 Folha — Tarcísio treinará Flávio para debate na Globo em tática para diminuir papel de Marçal 📰 BNews — Campanha de Flávio revela motivos para escantear Pablo Marçal Pablo Marçal é aquele cristão que participa de esquema de estelionato e fez da arte de enganar trouxas um modelo de negócios. Tentou empurrar goela abaixo esses seus talentos a serviço de outro cristão exemplar: Flávio Bolsonaro, herdeiro de uma família que transformou rachadinhas em assunto de família e participa de suruba com dinheiro de corrupção. É difícil imaginar uma dupla mais adequada. Um vende prosperidade aos trouxas. O outro vende honestidade aos mesmos trouxas. Ambos descobriram que, no Brasil, falar em nome de Deus pode ser um excelente negócio. Mas parece que a lua de mel está acabando. E o Flávio nem foi eleito ainda! E pensar que Marçal acreditou que seria convidado para sentar à mesa da família. Mal sabia ele que, nesse banquete, seu lugar sempre foi na travessa, com uma maçã na boca. Muita ingenuidade para quem vive de dar golpes. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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