#AUcrâniaSobreviveEmbora ninguém mais tenha interesse na luta dos ucranianos, eles continuam combatendo a megalomania do ditador russo
Um ataque atribuído às forças especiais ucranianas atingiu uma instalação ligada ao FSB, o serviço secreto da Rússia, na região ocupada de Kherson, no sul da Ucrânia. Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, a operação destruiu também um sistema antiaéreo Pantsir-S1 e deixou cerca de cem militares russos mortos ou feridos. Moscou não confirmou oficialmente as perdas. O episódio ocorre em meio à intensificação dos ataques ucranianos contra estruturas militares e logísticas em áreas controladas pela Rússia. O NEIM precisa do seu apoio para continuar A região de Kherson segue sendo um dos principais focos estratégicos da guerra. Ocupada parcialmente pelas tropas russas desde os primeiros meses da invasão, a área se tornou palco recorrente de operações de sabotagem, bombardeios e ataques de longo alcance. Nos últimos meses, Kiev ampliou o uso de drones e ações de inteligência para atingir centros de comando, depósitos de armas e sistemas de defesa antiaérea atrás das linhas russas, numa tentativa de enfraquecer a capacidade operacional de Moscou. O ataque ocorre enquanto surgem novos movimentos diplomáticos relacionados ao conflito. O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, declarou que estaria disposto a dialogar com Zelensky sobre possíveis negociações. Apesar disso, não há sinais concretos de avanço nas conversas entre Kiev e Moscou. No campo de batalha, a guerra continua marcada por confrontos intensos, disputas territoriais limitadas e operações cada vez mais voltadas à destruição de infraestrutura militar estratégica. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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DICAS DO ZE
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sexta-feira, 22 de maio de 2026
#AUcrâniaSobrevive
#DesbundeEleitoral
#DesbundeEleitoralO pacote de bondades da imprensa sempre dá um jeito de absolver Lula
Há mais de duas décadas, o Brasil não sabe o que é um plano de país. Vivemos numa sucessão de manobras de curto prazo destinadas à sobrevivência eleitoral do PT. “O governo não tem agenda” era uma frase frequentemente repetida no noticiário na época de Lula 1 e Lula 2. Mas Lula 3 vive, tranquilamente, sob a lógica de que a memória do eleitor é curta e cuidar das contas públicas é só um detalhe incômodo. Gasto é vida. Dificilmente um jornalista brasileiro incomodará Lula com um assunto tão desagradável. A imprensa tem o estômago forte, provavelmente bem alimentado por verbas públicas. Em todo lado se vê a referência ao “pacote de bondades” do Lula. Pouco se fala de estelionato, crime ou desespero eleitoral, não há vale-tudo. Enquanto em 2022, a imprensa dizia que o governo estava encurralado e alertava que o próximo governo herdaria dívidas pela irresponsabilidade das “bondades” bolsonaristas, agora, tudo é mais leve. Afinal, é o Lula. Até ontem, por exemplo, a taxação das blusinhas era vendida como algo imprescindível, absolutamente necessário para garantir justiça fiscal e a proteção da indústria nacional. A necessidade passou, a justiça está feita, a indústria protegida. Os princípios econômicos são tão maleáveis quanto o marketing quiser. Quem governa é o Sidônio. Ele dá a última palavra... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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#TrumpQuerMaisConfusão
#TrumpQuerMaisConfusãoAgora ele quer derrubar o regime de Cuba. Veja como isso é bom!
A intensificação das operações de drones e aeronaves militares dos Estados Unidos nas proximidades de Cuba ampliou o clima de tensão no Caribe em meio ao endurecimento da pressão de Washington sobre Havana. Dados de rastreamento apontam que aviões de vigilância da Marinha americana e drones de reconhecimento passaram a operar a cerca de 80 quilômetros da costa cubana nas últimas semanas, em missões interpretadas por especialistas como demonstrações deliberadas de força e monitoramento estratégico da região. A tensão entre Cuba e Estados Unidos voltou a atingir um dos níveis mais altos das últimas décadas após autoridades americanas apresentarem acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro. O caso está relacionado ao abatimento, em 1996, de duas aeronaves da organização anticastrista “Brothers to the Rescue”, episódio que deixou quatro mortos. Washington sustenta que a operação foi autorizada pela cúpula militar cubana e classificou a ação como assassinato de cidadãos americanos, reacendendo um conflito histórico entre os dois países... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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