Parte 1: Philip Roth nasceu nos Estados Unidos em 1933, neto de imigrantes judeus do Leste Europeu. Cresceu em Weequahic (pronunciado “uiq-uaeiq”), New Jersey, estado vizinho a New York que também recebeu milhões de judeus russos que fugiam dos pogroms. Como membro da terceira geração nos Estados Unidos, Roth não sentia, pessoalmente, a insegurança do imigrante: não precisou pedir cidadania, falava inglês sem sotaque, vestia-se, brincava, morava como qualquer outro. Após o ataque a Pearl Harbour, quando os Estados Unidos entraram na 2a Grande Guerra, ele ainda não havia completado 9 anos, portanto só pôde acompanhar e torcer por seu país, sem participar diretamente. Em 1955, após a Guerra da Korea, Roth alistou-se no exército. Foi dispensado em 1957 devido a uma lesão na coluna que o iria atrapalhar pelo resto da vida. A experiência tornou-se rica fonte de ideias que apareceriam em toda sua obra. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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segunda-feira, 9 de março de 2026
#Literatura: Philip Roth: as fases de um gigante
#ARevoluçãoDasCanetas
#ARevoluçãoDasCanetasMedicamentos emagrecedores reduzem o apetite e as vendas no setor alimentício
O ritual de se reunir para comer é primitivo. Para muitos antropólogos, trata-se de uma das instituições humanas mais antigas, que combina nutrição, biologia, simbolismo e organização social. Num dos diálogos mais conhecido de Platão, O Banquete, os participantes comiam, bebiam e discutiam suas filosofias. Já no século XIX, um jurista francês – e glutão renomadíssimo –, Jean Anthelme Brillat-Savarin, dizia que a gastronomia é um dos principais marcos culturais da civilização. Porque ninguém se reúne apenas por nutrição, mas por “sociabilidade, etiqueta, prazer estético e até identidade nacional”. Para Brillat-Savarin, uma boa mesa transforma o instinto básico alimentar em arte social... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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#SacanagemMaster!
O Vinho “Vorcaro”
O Vinho “Vorbarato”
O DesfechoEnquanto o VINHO VORCARO circulava livremente em ambientes obscuros e mesas duvidosas, o vinho PUTOS ainda encontra-se apreendido a pedido de quem não contribui com a nossa nação. De um lado, a ostentação ilegal; do outro, o esforço de quem produz e paga as contas em dia impedido de continuar o seu trabalho honesto. Torça para o nosso Vinho Putos ser livre e o Vorcaro continuar preso. Esse processo e apreensão contra o nosso vinho nunca fez sentido algum! Sempre foi uma sacanagem MASTER! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |



