#NaGôndolaDoMainardi: A culpa é da inflaçãoHá 26 anos atrás, nosso Doge de Veneza dava a receita para fazer do Brasil um país menos violento, mas ninguém lhe ouviuO Neim está republicando as crônicas que Mainardi escreveu para a revista Veja – e que a revista, curiosamente, excluiu do seu site. A culpa é da inflação(publicado em 28 junho de 2000 - Veja, ed. 1655)Brasileiros falam demais. Ninguém consegue ficar calado por mais de cinco minutos. É a doença nacional. Basta entrar numa fila de banco, de cinema ou de supermercado que as pessoas logo começam a bater papo com você. É o único país do mundo, por exemplo, em que motoristas de táxi puxam conversa com os passageiros. Se os passageiros respondem com monossílabos, os motoristas continuam a falar. Deveria ser como nos táxis americanos e ingleses, em que há um vidro separando o banco dos passageiros do motorista. Possivelmente, um vidro à prova de balas. Desse modo, além de limitar a conversa, o vidro protegeria os motoristas dos assaltos e eles parariam de falar sobre a violência, voltando a assuntos mais tradicionais como trânsito, futebol ou previsão do tempo... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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terça-feira, 3 de março de 2026
#NaGôndolaDoMainardi: A culpa é da inflação
#Parasitas
O mundo está novamente em marcha, dizia Chesterton. O problema é que no sentido contrário. Desmemoriados, já esquecemos as barbáries do século XX e até permitimos que jovenzinhos burgueses defendam o comunismo nas redes sociais capitalistas. A esquerda, que sempre tentou derrubar o establishment, hoje se tornou o próprio establishment; a direita que sempre defendeu a ordem e o status quo, hoje pretende, através da desordem, derrubar o sistema e junto com ele o status quo. A política, enfim, tornou-se um espetáculo grotesco em que a propaganda é sempre utilizada para incutir no público a ideia de uma crise constante, que obviamente deve ser combatida com a expansão do poder, seja do grupo político que reivindica uma mudança radical, ou daquele que pretende evitar radicalmente qualquer mudança. No final das contas, pelo menos aqui no Brasil, encontramos uma solução bastante rudimentar, onde tudo acaba se resolvendo numa brecha no orçamento, num carguinho comissionado e numa conversa idílica sobre propinas e superfaturamentos. Estamos no ano de eleição, uma época pitoresca em que todos os corruptos reaparecem para pedir votos e vender esperanças vãs. Eles se reelegem para resolver o problema deles. Mas os nossos problemas continuam sem solução. Se você gostou deste texto, ASSINE e contribua com o nosso site. A gente precisa da sua ajuda a manter e ampliar o nosso trabalho. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |
#FanáticoFantástico
A ditadura teocrática iraniana enforca homossexuais. Prende, estupra e mata mulheres que desejam apenas mostrar os cabelos em público. Apedreja adulteras. Investiu bilhões e bilhões de dólares num programa nuclear para construir uma bomba atômica às custas do bem-estar da população. Financia e treina grupos terroristas que matam indiscriminadamente mulheres e crianças na Europa. No entanto, como essa ditadura promete destruir o Grande Satã (USA) e o pequeno Satã (Israel), recebe o apoio incondicional da esquerda. Lula, Celso Anos 60 Amoringa, psolistas e petistas, correram se manifestar a favor da ditadura iraniana. Enquanto esperneiam, o ídolo deles se esbalda com 72 virgens no paraíso. Como disse o filósofo esquerdista: perdeu, mané. São fanáticos ou fantásticos? Se você gostou deste texto, ASSINE e contribua com o nosso site. A gente precisa da sua ajuda a manter e ampliar o nosso trabalho. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |



