O Irã dos aiatolás segue na direção do passado, sob as leis do Século VII. Nesse ponto estamos melhor, nosso assessor de assuntos internacionais, Celso Anos 60 Amoringa, só quer retroceder para o Século XX. No Irã enforcam os gays em praça pública e os penduram em guindastes para servirem de exemplos. Os aiatolás permitiram esse liberalismo, uma vez que no século VII não havia guindastes para exibições midiáticas... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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DICAS DO ZE
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quinta-feira, 26 de março de 2026
#IrãIrado(3)
#OPaísDasDelícias
Lulinha tem boas amizades. O amigo da amiga de Lulinha pagou-lhe uma viagem de primeira classe para Portugal. Foram ver uma plantação de Algum tempo depois – ou antes, pouco importa – o mesmo amigo da amiga bancou outra viagem para Lulinha, desta vez para a Finlândia. Foram ver a Aurora Boreal. Quem organizou a viagem foi Marina Mantega, filha do Guido, que se apresenta como “luxury travel specialist”. Para não perder a rima, digamos que é algo sensacional. O Brasil banca a luxúria com o dinheiro dos aposentados. Mas as amizades de Lulinha não se esgotam nas luxury travels. A Fictor tá envolvida no escândalo do Banco Master. Sim, é um escândalo entrando no outro. Os amigos de Lulinha também são amigos dos amigos de Vorcaro. É dessa conjunção de luxúrias vadias que brota a roubalheira. Mas os advogados de Lulinha garantem que era só amizade. Nada de “relação comercial com Luiz Phillippe Rubini”. Ninguém tem dúvida. Lulinha é totalmente incapaz de ter relações comerciais com quem quer que seja. ASSINE o NEIM. Precisamos da sua assinatura para continuar revelando o que as notícias escondem. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |
#RepúblicaDeAlcolumbres
#RepúblicaDeAlcolumbresO áudio de Davi Alcolumbre não revela um escândalo. É apenas mais uma prova, entre muitas, de que pagamos caro para garantir que os "negócios" da "classe política" continuem prosperando
Ainda alimenta alguma ilusão com as instituições do Brasil? Ouça o áudio de Davi Alcolumbre e perca todas de uma vez.
ASSINE o NEIM. A gente precisa da sua colaboração para revelar as picaretagens desse país. Feudo? Capitania hereditária? Lavoura particular? Pouco importa. Alcolumbre suou demais a camisa para ficar sem os louros da maravilha que é a capital do Amapá. Diante desse cenário, a existência de um Tribunal de Contas no Amapá faz tanto sentido quanto a existência das demais instituições “republicanas” do país:
Com a naturalidade de quem pede um pão na chapa, o PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL – aquele que só alcançou esse posto pela segunda vez por ter contado com apoio do Lula e do Bolsonaro – participa de uma conversa que envolve prevaricação, abuso de poder e tráfico de influência. Ele negocia o destino do Amapá diretamente com Pedro DaLua, o então presidente da Câmara e hoje prefeito interino, que aparece no áudio como um subordinado cumprindo ordens para destruir o adversário comum, o prefeito Dr. Furlan. DaLua é, hoje, prefeito interino por obra e graça de Flávio Dino. Com uma canetada providencial, Dino ordenou o afastamento de Dr. Furlan. A desculpa oficial foi uma investigação sobre fraudes na construção de um hospital. A verdade, porém, todos nós sabemos, depois da finada Lava Jato, nenhum político é afastado por fraudes, roubalheira, corrupção. Todos são da escola Lula de política: um político que rouba jamais deve submergir, deve mesmo ir para cima dos seus acusadores. Na conversa de Alcolumbre e DaLua o motivo fica bastante evidente: Furlan cometeu o maior de todos os crimes políticos, exibia 85% de aprovação e recusava-se a beijar a mão do consórcio alcolumbrista. Com um único despacho, Dino serviu a prefeitura numa bandeja de prata para a patota que havia perdido feio nas urnas. Mais um detalhe sórdido: a esposa do senador Randolfe Rodrigues, inimigo ferrenho de Furlan, atua como assessora jurídica no gabinete de Dino. Todos saem felizes. Com a saída de Furlan, Pedro DaLua assumiu a prefeitura e, num passe de mágica, a vaga aberta na Câmara foi ocupada por Josiel Alcolumbre, irmão do iluminado Davi. E para garantir que toda essa manobra ficasse “limpa”, a MacapáPrev passou por um providencial assalto. Com um rombo de R$ 221 milhões, deixado pelo grupo de Alcolumbre, a sede do órgão foi invadida por “ladrões” que não precisaram quebrar nenhuma porta para levar apenas os notebooks do setor financeiro e apagar as imagens das câmeras. Tudo isso enquanto Alcolumbre, em Brasília, enviava ofícios para si mesmo para liberar R$ 379 milhões em emendas, destinando R$ 30 milhões para a construtora de seu suplente, Breno Chaves, flagrado pela Polícia Federal com R$ 350 mil em dinheiro vivo entrando no carro de familiares de Alcolumbre. Nesse balcão imundo, Alcolumbre tem a convicção de que ele é um trabalhador, que garante, com seu próprio esforço, que o Amapá exista. Ele não titubeia em considerar que “tudo” o que “ele faz” por Macapá merece reconhecimento e gratidão. Não é a primeira vez que um áudio revela de que matéria Alcolumbre é feito. Em 2021, a revista Veja expôs outra gravação em que o então deputado federal prestava um comovente socorro a um amicíssimo desembargador, que se tornou presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá. O magistrado precisava exonerar uma funcionária após o surgimento de “rumores” de sua proximidade com a moça. Para não deixar a protegida desamparada e disposta a falar demais, o juiz recorreu ao amigo Davi. E Davi assumiu a fatura do constrangimento, com o nosso dinheiro, claro. Na gravação, Alcolumbre combinava tranquilamente o pagamento de uma mesada de R$ 5 mil à ex-funcionária, com direito a férias e 13º, além de discutir a melhor forma de ajudá-la a comprar um carro novo. Tudo sem ela ter que cumprir nem um minuto de expediente. A imprensa passa os dias alardeando que a iminente delação de Vorcaro “vai derrubar a República”. O problema é enxergar alguma República para ser derrubada sob os sapatos sob medida de um Alcolumbre ou de um Flávio Dino ou até do tal DaLua. “Tô todo arrepiado” diz o DaLua ao ouvir os planos de Alcolumbre para aparelhar o Judiciário e o Legislativo contra seus rivais. Quem não ficaria arrepiado ao ver o inferno, não é mesmo?
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