A gente passou os últimos 20 anos ouvindo a conversa de que era preciso votar no “menos pior”. Mas chegou o dia em que essa distinção é quase impossível. Lula já não tem mais aquele charme de sindicalista malandro. Está velho, mais ou menos gagá e com um gigantesco histórico de corrupção. Ainda tem uma sobrevida política porque não existe uma opção à esquerda para quem está histérico e acredita num apocalipse bolsofascista. O mesmo ocorre com Flávio. Não tem outra opção, apesar de todo mundo conhecer bem a história dele, cheio de rachadinhas, laranjas, panetones e as granas do Vorcaro. O debate de ontem foi uma prévia do que teremos nos próximos anos: mentiras, constrangimentos e torcidas organizadas. O NEIM precisa do seu apoio para continuar Continue lendo este post gratuitamente no app Substack
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segunda-feira, 19 de outubro de 2026
#EscolhendoOsPiores
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