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sábado, 15 de fevereiro de 2025

Esa cosa insensata, trivial… - Newsletter #551






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Esa cosa insensata, trivial… -  Editorial
 
  
Frase de la semana
"Me lo contaron y lo olvidé; lo vi y lo entendí; lo hice y lo aprendí."
-Confucio

Un barco se hundió hace doscientos años y una moneda de oro se hundió con él (Sobrevivir en el naufragio). Hubo diecisiete tormentas, fatales, azarosas. También estamos hechos de azar. Los hechos de nuestra vida son como las monedas que los naufragios y las tormentas arrojan o no arrojan a la arena (El azar). Los libros, las visiones, son como la moneda que llega o que no vuelve nunca. Tengo ante mí a "Shakespeare" en Borges obras completas porque compré el libro (La Tempestad de Shakespeare y una visión en la literatura latinoamericana), pero compré el libro porque un millón de azares prepararon éste. Un ramo de azares: de niña aprendí a leer; a mi papá le gustaba leer; gané un concurso escolar que me cruzó con el Bonzo que me cruzó con Hugo Mandón que me cruzó con el Flaco Pagés -el gran José Luis, el gran cuentista-, y con Enrique Butti (El Fantasma del Teatro Municipal, de Enrique Butti). Y me crucé al fin con Ernesto Costa, que hoy o mañana presenta uno de sus libros y a quien desde aquí mismo quiero saludar por El pez y su ceniza.

Todos fueron mis maestros, no sé que maestría dominaré, pero me legaron conocimientos sobre cuestiones muy diversas (Maestros en convivencia: habilidades conversacionales).

Y ahora de pronto aparecen ante mí libros que hace mucho tiempo no encuentro ni frecuento, aparecen como monedas de oro, como si las cosas giraran en la casa al compás de no se sabe qué azar, o bien, qué destino (El destino del hombre).

Y la coincidencia es significativa, diría el maestro Jung. De pronto encontré en mi biblioteca, sin buscarlo, la Política del espíritu, de Paul Valéry, con su magnífica y ominosa frase: "Vosotras, civilizaciones, sóis mortales...", que parece tan aplicable a cualquier rincón de la actualidad (Jorge Guillén o El paraíso, no su sombra).

El diario íntimo de Eugène Ionesco

Entre esas monedas que el mar arroja apareció una rarísima, el diario íntimo de Eugène Ionesco, llamado -al ser editado por Gedisa, Buenos Aires, 1989- La búsqueda intermitente.

Y lo abro, y no logro saber con exactitud a qué años corresponde, pero seguro que a los últimos de vida del gran dramaturgo y novelista, más o menos por algunas referencias calculo que entre 1983 y 1986.

(Continúe leyendo Esa cosa insensata, trivial… y deje su opinión en nuestro Blog Editorial)
Por Mora Torres.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Juventude Desempregada

Juventude Desempregada
*Eliseu Padilha

Com base em estudo divulgado pelo IPEA , a mídia nacional chamou nossa atenção para o gravíssimo fato de que o desemprego entre os jovens, de 15 a 24 anos, é 3,5 vezes o desemprego dos adultos.

O fato dos jovens serem preteridos no mercado de trabalho merece uma profunda reflexão e providências para a reversão do preocupante quadro.

Neste mundo em que a informação e o mercado estão globalizados, as causas, conseqüências e as soluções para este fenômeno brasileiro podem ser enunciadas assim:

I – CAUSAS – A falta de qualificação, a falta de conhecimento específico e geral são as causas do desemprego dos jovens.

Em nosso país, a qualificação para o trabalho é papel que ficou reservado para as escolas. O ser humano é produto da família, da escola e do convívio social, mas a qualificação profissional é papel da educação, da escola.

O ensino fundamental, até o nono ano, é obrigatório no Brasil. Em tese, todos os brasileiros devem no mínimo cursá-lo.

Ocorre que nosso ensino fundamental tem uma matriz curricular que atenderia o mercado de trabalho da primeira metade do século passado. Formamos jovens para um mercado que não existe e o mercado existente exige qualificação que o jovem não tem.

O Estado forma, atualmente, analfabetos funcionais. Portanto a maior causa do desemprego dos jovens é o atraso e a deficiência do ensino obrigatório, por falta de visão e de planejamento estratégico estatal.

II – CONSEQUÊNCIAS: A falta de emprego oportuniza a participação dos jovens em fatos que todos gostaríamos de afastar definitivamente de nosso quotidiano. Cito o fato de que a maioria dos acusados em investigações policiais e processos criminais são jovens.

No tráfico de drogas, um dos grandes males dos centros urbanos, a maioria esmagadora dos envolvidos é composta por jovens.

O desemprego tem tudo a ver com estas "outras ocupações" dos nossos jovens.

Devemos combater o desemprego de per si, mas o desemprego dos jovens tem que ser combatido com redobrada força e dedicação, pois suas conseqüências são muito mais maléficas e traumáticas. Colocam muitas interrogações sobre o nosso futuro como nação.

III – SOLUÇÃO: Estamos vivendo, presentemente, a civilização do conhecimento. O mercado globalizado vive e se movimenta com base na competitividade e na produtividade. Vale dizer, o saber específico é determinante.

Sistema de ensino que forma – no ensino obrigatório – analfabetos funcionais, poderá garantir espaço no mercado globalizado que exige competitividade e produtividade? Não! A persistir o atual sistema de ensino, formaremos pessoas para um mercado de trabalho que não mais existe. Condenaremos nossos jovens ao desemprego, ao desencanto, ao descaminho.

Cheguei a tal conclusão há anos e, movido por ela, propus a Emenda Constitucional nº 232/2004, através da qual busco tornar obrigatório o ensino até o nível médio e neste a terminalidade técnica profissionalizante.

Isto foi o que fizeram países da Europa a Coréia do Sul e mais recentemente, aqui na América do Sul, o Chile. O surto de ocupação dos jovens técnicos e de desenvolvimento em tais Estados falam por si só. Como vivemos a civilização do conhecimento, sem este é semi-impossível o ingresso no mercado de trabalho.

Outro argumento, em favor da obrigatoriedade do ensino técnico, é o de que garantindo o trabalho do técnico este na semi-totalidade buscará e custeará sua graduação superior, pré-requisito a ser suprido pela maioria da população para nos libertarmos dos grilhões que nos prendem ao subdesenvolvimento e ao terceiro mundo. Só seremos uma nação desenvolvida, só ingressaremos no grupo de nações do primeiro mundo, no dia em que o conhecimento equivalente ao nível superior estiver sob o domínio da maioria da população.

Urge garantir a nossos jovens a formação técnica profissionalizante.
 
*Deputado federal, presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional e secretário-geral do PMDB/RS

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