#ACorrupçãoVenceuA democracia pressupõe a capacidade do povo ser racional, que é o extremo oposto de um povo ignorante que só vota em corruptos
É difícil entender o que aconteceu com o Brasil nos últimos 10 anos. Um dia o povo foi às ruas contra a corrupção. Os bandoleiros foram presos e o país parecia ter amadurecido politicamente. Tínhamos nos livrado do Lula, dos petistas e toda a vagabundagem do centrão. Mas algo desandou. Um mentecapto foi alçado a presidente. Quatro anos depois vimos o retorno de Lula, dos petistas e toda a vagabundagem do centrão. Hoje vivemos a desesperança. A mesma que podemos constatar no olhar perdido de Sérgio Moro, outrora o juiz com superpoderes contra os corruptos, tendo que ouvir as lorotas de Flavio Bolsonaro para justificar suas intimidades com Daniel Vorcaro e as artimanhas com os 60 e poucos milhões do dinheiro fraudulento que recebeu para um filme que idolatra o mentecapto-pai. Pode ser ingenuidade, mas por trás desse olhar melancólico, ainda parece existir algum princípio guardado num canto escuro da consciência de Moro. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Mas agora ele é político e precisa aceitar toda a corrupção ao redor dele. Maquiavel estava certo quando disse que “ao homem que se presume totalmente bom, convém arruinar-se entre tantos que não o são”. O Brasil se tornou inviável. A mentalidade do povo é irracional, dominada pelo instinto e pela emoção. É facilmente influenciável, inconstante, instável, ignorante. Essa mentalidade é incompatível com a democracia, que se fundamenta na suposição de que o povo é capaz de pensamentos e raciocínios lógicos para fazer julgamentos sensatos na sua vida, nas eleições e, sobretudo, na relação com o próximo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quarta-feira, 20 de maio de 2026
#ACorrupçãoVenceu
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