Protestos violentos na Itália e na França levam preocupações a toda a Europa
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Ontem as ruas de Milão foram tomadas por jovens revoltados com o custo de vida. Com dificuldades econômicas e insatisfações com a deterioração dos serviços públicos, os jovens revolucionários enfrentaram a polícia, quebraram vitrines, tocaram fogo e depredaram lojas nas proximidades da Praça do Duomo.
Embora boa parte dos jovens se intensifiquem como “de esquerda” e criticam o governo Meloni, até agora não parece haver nenhuma mobilização política por trás dos protestos. A imprensa trata como uma revolta autônoma, apartidária, de jovens que não enxergam perspectivas de futuro num país economicamente problemático como a Itália. O preço dos combustíveis estão altos, muitas famílias passam por necessidades financeiras e, outras reclamação recorrente, a qualidade da educação está cada vez pior, impactando diretamente na perspectiva de futuro do jovem italiano numa Europa em crise.
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