Em A crise da consciência europeia, publicado originalmente em 1935, o historiador francês Paul Hazard descreveu o momento em que a Europa abandonava antigas certezas religiosas, morais e políticas para ingressar em uma era de dúvida, racionalismo e transformação profunda. Séculos depois, o continente parece atravessar outra crise de consciência, desta vez menos filosófica, mas igualmente corrosiva. Os líderes europeus que chegaram ao poder prometendo estabilidade e competência administrativa e um Estado de Bem-Estar Social cada vez mais abrangente, entregaram sociedades dilaceradas, economias estagnadas e uma população cada vez mais desconfiada das instituições que governam suas vidas...
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