Há mais de duas décadas, o Brasil não sabe o que é um plano de país. Vivemos numa sucessão de manobras de curto prazo destinadas à sobrevivência eleitoral do PT. “O governo não tem agenda” era uma frase frequentemente repetida no noticiário na época de Lula 1 e Lula 2. Mas Lula 3 vive, tranquilamente, sob a lógica de que a memória do eleitor é curta e cuidar das contas públicas é só um detalhe incômodo. Gasto é vida. Dificilmente um jornalista brasileiro incomodará Lula com um assunto tão desagradável. A imprensa tem o estômago forte, provavelmente bem alimentado por verbas públicas. Em todo lado se vê a referência ao “pacote de bondades” do Lula. Pouco se fala de estelionato, crime ou desespero eleitoral, não há vale-tudo. Enquanto em 2022, a imprensa dizia que o governo estava encurralado e alertava que o próximo governo herdaria dívidas pela irresponsabilidade das “bondades” bolsonaristas, agora, tudo é mais leve. Afinal, é o Lula. Até ontem, por exemplo, a taxação das blusinhas era vendida como algo imprescindível, absolutamente necessário para garantir justiça fiscal e a proteção da indústria nacional. A necessidade passou, a justiça está feita, a indústria protegida. Os princípios econômicos são tão maleáveis quanto o marketing quiser. Quem governa é o Sidônio. Ele dá a última palavra... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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sexta-feira, 22 de maio de 2026
#DesbundeEleitoral
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