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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
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#PressãoNoAiatolá
#PressãoNoAiatoláEUA mantêm negociações com o Irã, enquanto Trump ameaça com possível bombardeio
Donald Trump voltou a ameaçar o Irã, afirmando estar bem viva a opção de um ataque militar, já que as negociações sobre o fim do programa nuclear iraniano não estão saindo como ele deseja. Nos últimos dias, a administração americana reforçou a presença militar no Golfo Pérsico, alimentando especulações de que Trump poderia autorizar operações ofensivas, no caso de as conversas não chegarem a um acordo favorável. A secretária de imprensa Karoline Leavitt afirmou que o Irã “seria muito sábio” se fechasse um acordo, enquanto analistas destacam que o posicionamento norte-americano combina pressão diplomática com preparação para possível ação militar. Em outras palavras, é a velha máxima de Clausewitz: "a guerra é a continuação da política por outros meios". Do lado iraniano, o clima permanece tenso. O governo do aiatolá “não aceita compromissos desfavoráveis e ressalta a necessidade de salvaguardar a soberania e os interesses estratégicos”. Não parece uma conversa razoável para um país em guerra civil – e com a ameaça de bombardeio dos americanos. A perspectiva desse confronto, obviamente, preocupa os países do Oriente Médio, que se esforçam para articular vias diplomáticas e evitar o colapso das negociações. O governo de Israel já elevou o nível de alerta interno diante da perspectiva de um ataque norte-americano ao Irã. Segundo a imprensa israelense, as autoridades de segurança estão organizando planos de defesa para possíveis ataques com mísseis e drones, caso Trump decida ir além das ameaças. O NEIM precisa da sua assinatura para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE AGORA! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |
O Horrendo, uma reflexão de Umberto Eco
O Horrendo, uma reflexão de Umberto EcoO bom gosto não é apenas bom gosto, existe um bom gosto do mau gosto.
O Horrendo, uma reflexão de Umberto Eco Talvez seja Vitor Hugo, em seu prefácio ao Cromel, que melhor expressa o sentimento romântico, ao dizer que, com o cristianismo, o homem, fechando-se em si mesmo diante das altas vicissitudes, começou a ter compaixão da humanidade, começou a refletir sobre as amargas desilusões da vida. Até então, a musa puramente épica dos antigos, tratava quase tudo que não se conformava com um certo tipo de belo com impiedade. A infância das crianças, pelo menos no século XVII e depois com os primeiros contadores de histórias do século XVIII e XIX, era recheada de pesadelos, do lobo de chapéuzinho vermelho ao terrível Come-Fogo de Pinóquio e aos muitos bosques misteriosos e assustadores. E dessa ideia de algo perturbador, nasce naturalmente na literatura para adultos, os vampiros, os golems, os fantasmas, que até então ainda eram só para crianças. Mas com o advento do vapor e da mecanização, a cultura começa a olhar também para a feiura da cidade moderna, como por exemplo nas obras de Dickens. É impressionante a abundância de descrição das feiuras do mundo industrial, a começar justamente com Charles Dickens e chegando até Don DeLillo e os contemporâneos... Continue a leitura com um teste grátis de 7 diasAssine Livraria Trabalhar Cansa para continuar lendo esta publicação e obtenha 7 dias de acesso gratuito aos arquivos completos de publicações. Uma assinatura oferece a você:
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