Donald Trump voltou a ameaçar o Irã, afirmando estar bem viva a opção de um ataque militar, já que as negociações sobre o fim do programa nuclear iraniano não estão saindo como ele deseja. Nos últimos dias, a administração americana reforçou a presença militar no Golfo Pérsico, alimentando especulações de que Trump poderia autorizar operações ofensivas, no caso de as conversas não chegarem a um acordo favorável. A secretária de imprensa Karoline Leavitt afirmou que o Irã “seria muito sábio” se fechasse um acordo, enquanto analistas destacam que o posicionamento norte-americano combina pressão diplomática com preparação para possível ação militar. Em outras palavras, é a velha máxima de Clausewitz: "a guerra é a continuação da política por outros meios". Do lado iraniano, o clima permanece tenso. O governo do aiatolá “não aceita compromissos desfavoráveis e ressalta a necessidade de salvaguardar a soberania e os interesses estratégicos”. Não parece uma conversa razoável para um país em guerra civil – e com a ameaça de bombardeio dos americanos. A perspectiva desse confronto, obviamente, preocupa os países do Oriente Médio, que se esforçam para articular vias diplomáticas e evitar o colapso das negociações. O governo de Israel já elevou o nível de alerta interno diante da perspectiva de um ataque norte-americano ao Irã. Segundo a imprensa israelense, as autoridades de segurança estão organizando planos de defesa para possíveis ataques com mísseis e drones, caso Trump decida ir além das ameaças. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
#PressãoNoAiatolá
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