Flávio Bolsonaro ainda não conseguiu convencer nem os próprios aliados de que sua candidatura merece algum respeito. Diante da resistência interna, por conta de uma série de escândalos irremediáveis, ele precisou recorrer a uma cartinha do mentecapto-pai, transformado mais uma vez em fiador, cabo eleitoral e autoridade suprema de um grupo político que se demonstra cada vez mais inútil.
Quando um candidato precisa carta de apresentação para ser aceito pelo próprio campo político, talvez o problema não esteja apenas na estratégia de comunicação, como supõe o presuntinho de Miami.
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