Donald Trump entrou no Oriente Médio como quem é anunciado num palco de convenção empresarial: peito estufado, frases de impacto e a convicção de que qualquer conflito milenar pode ser resolvido com um planejamento estratégico e uma convenções de vendas com palestras sobre força, vitória e mentalidade vencedora.
O problema é que o bloqueio do Estreito de Ormuz não é uma questão de logística que pode ser resolvido mudando o fornecedor, Teerã não é uma startup em crise, o Hezbollah não é um departamento de marketing de guerrilha e a história do Oriente Médio jamais aceitou ser resumida em slide com objetivos, metas e uma setinha indicando novas oportunidades comerciais.
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