Antes dos EUA e Israel jogarem bombas na cabeça dos aiatolás, o Irã vivia num barril de pólvora. Crise econômica aguda, repressão violenta, censura e protestos diários balançavam o regime. Parecia só precisar de um empurrão para derrubar o autoritarismo teocrático.
Hoje, segundo uma matéria do The Guardian, começam a surgir debates sobre o futuro do país. Há quem defenda maior abertura, enquanto outros argumentam que o Irã deve continuar a apostar em desenvolvimento autônomo, sem depender do Ocidente. O ponto decisivo será se Donald Trump aceitará aliviar as sanções, desbloquear ativos e reduzir o estrangulamento econômico sobre o Irã...
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