O pequeno filme do diretor Curry Baker, Obsessão (2026), surge como uma das gratas surpresas cinematográficas do ano.
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O pequeno filme do diretor Curry Baker, Obsessão (2026), surge como uma das gratas surpresas cinematográficas do ano, e juntamente com Iron Lung, de Mark “Markiplier” Fischbach, mostra que o cinema independente ainda é a melhor fonte de boas histórias e tramas cativantes.
Baker constrói seu filme, misto de terror gore e humor negro, de forma simples e eficaz, conduzindo os espectadores em uma montanha russa de sustos, risadas nervosas e espelhamento de nossos desejos. E este último ponto é que marca o filme do diretor estreante de forma única, pois ele está a lidar com algo que marca a obra dos grandes escritores, tais como Shakespeare e Dostoiévski: ele revela para nós o funcionamento do desejo mimético e assim transcende o mero entretenimento barato...
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