A cine-idolatria de Bolsonaro virou filme policial, com suspeita de desvio de dinheiro público e emendas parlamentares, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A mesma produtora que nunca tinha feito um filme na vida, também fechou contratos com prefeituras e governos do Estado para prestar serviços que também jamais havia prestado. A mesma produtora também gerenciava emendas parlamentares de deputados bolsonaristas para projetos que ninguém sabe da existência. As respostas dos bolsonaristas lembram aqueles podcasts intermináveis dos petistas, gravados na Lava Jato, em que insistiam em dizer que se tratava de dinheiro privado, fruto de bons serviços prestados com nota fiscal e declaração de renda. A Lava Jato também usava um esquema de holdings e empresas laranjas que canalizavam a grana desviada das estatais para os políticos. Tudo era enviado para o exterior e retornava em propina paga pelas empreiteiras por consultorias e palestras fictícias. A única diferença com o que estamos vendo agora é que, na planilha da Odebrecht tinha um departamento de propina. Agora eles tinham um banco inteiro à disposição. O NEIM precisa do seu apoio para continuar Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quarta-feira, 3 de junho de 2026
#AMesmaLadaínha
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