Lula passou o seu terceiro Reich viajando. Enquanto o Brasil enfrenava o caos econômico e acordava todos os dias com um novo escândalo de corrupção, Lula cumpria agendas no exterior para participar de eventos inúteis e encontros diplomáticos sem importância. A visita a Donald Trump é mais um desses encontros diplomáticos sem importância. Lula entrou e saiu da Casa Branca sem nenhum acordo. Os lulistas que passam a maior parte do tempo comparando Trump a Hittler, não acharam ruim que o führer metafórico faz elogios efusivos, chamando Lula de “um homem bom e muito inteligente”. Sem muitas glórias a exaltar de um governo humilhado duas vezes no Congresso na semana passada, as fotos com Trump vão gerar muito conteúdo para a campanha eleitoral. A ideia é tentar reviver o hype da época do tarifaço, quando a imprensa conseguiu empurrar a culpa para Dudu Bananinha e sua corriola de puxa-sacos, enquanto Lula ressuscitava de uma morte política. Sobre o encontro com Trump, o Itamaraty afirmou em nota oficial que “a diplomacia ativa é importante porque fortalece as relações comerciais, atrai investimentos e recoloca o Brasil em negociações estratégicas globais”. O problema é que Lula já torrou mais de 1 bilhão em viagens ao exterior, sem fortalecer as relações comerciais, sem atrair investimentos e sem recolocar o Brasil em negociações estratégicas globais. Mas foi um grande negócio para a campanha petista, que conseguiu roubar o principal cabo eleitoral do bolsonarismo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
|
Total de visualizações de página
sexta-feira, 8 de maio de 2026
#VelhasNovasNotícias
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário