No começo da guerra entre Israel e Gaza, a imprensa esquerdista publicou uma mentira: Israel bombardeou um hospital em Gaza e matou 500 civis. A fumaça nem tinha se dissipado e já sabiam quantos civis estavam sob os escombros. O Ministério da Saúde (sic) de Gaza passou a informação para a imprensa militante que correu colocar nas manchetes. 24 horas depois, foi comprovado que um míssil lançado pela Jihad Islâmica, de dentro de Gaza, perdeu a trajetória e caiu no estacionamento do hospital. O número correto de mortos ninguém informou. Palestinos podem matar palestinos. A imprensa militante publicou duas ou três linhas corrigindo a mentira. Nas primeiras horas da guerra contra o Irã, o Governo Revolucionário Islâmico mentiu como os palestinos: um míssil israelense atingiu uma escola em Minab e matou mais de 50 crianças. Depois aumentaram para 80. Acharam melhor arredondar para 100. Chegaram em 160, antes da fumaça se dissipar. E a escola era de meninas. Assim era mais chocante. Outra informação falsa: o “porta voz” da ditadura sabia que o míssil era israelense e não americano. Será que havia uma etiqueta Made in Israel no artefato? Israel e USA negam o ataque, o que é muito provável. Eles afirmam que nenhum míssil foi lançado naquela região do Irã. Mas a mídia de esquerda não desconfiou do porta voz da ditadura sanguinária do Irã e já publicou em manchete. O vergonhoso e antissemita presidente da ONU, António Guterres, também condenou o ataque. Apesar de não ter condenado os ataques, estes reais, de misseis iranianos que já mataram 11 civis em Israel. António Guterres é mau caráter ou mentiroso? Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quarta-feira, 4 de março de 2026
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