Parte 1: Philip Roth nasceu nos Estados Unidos em 1933, neto de imigrantes judeus do Leste Europeu. Cresceu em Weequahic (pronunciado “uiq-uaeiq”), New Jersey, estado vizinho a New York que também recebeu milhões de judeus russos que fugiam dos pogroms. Como membro da terceira geração nos Estados Unidos, Roth não sentia, pessoalmente, a insegurança do imigrante: não precisou pedir cidadania, falava inglês sem sotaque, vestia-se, brincava, morava como qualquer outro. Após o ataque a Pearl Harbour, quando os Estados Unidos entraram na 2a Grande Guerra, ele ainda não havia completado 9 anos, portanto só pôde acompanhar e torcer por seu país, sem participar diretamente. Em 1955, após a Guerra da Korea, Roth alistou-se no exército. Foi dispensado em 1957 devido a uma lesão na coluna que o iria atrapalhar pelo resto da vida. A experiência tornou-se rica fonte de ideias que apareceriam em toda sua obra. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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segunda-feira, 9 de março de 2026
#Literatura: Philip Roth: as fases de um gigante
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