O ritual de se reunir para comer é primitivo. Para muitos antropólogos, trata-se de uma das instituições humanas mais antigas, que combina nutrição, biologia, simbolismo e organização social. Num dos diálogos mais conhecido de Platão, O Banquete, os participantes comiam, bebiam e discutiam suas filosofias. Já no século XIX, um jurista francês – e glutão renomadíssimo –, Jean Anthelme Brillat-Savarin, dizia que a gastronomia é um dos principais marcos culturais da civilização. Porque ninguém se reúne apenas por nutrição, mas por “sociabilidade, etiqueta, prazer estético e até identidade nacional”. Para Brillat-Savarin, uma boa mesa transforma o instinto básico alimentar em arte social... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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segunda-feira, 9 de março de 2026
#ARevoluçãoDasCanetas
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