A imprensa trata Fábio Luís Lula da Silva, filho do pai, como empresário. Essa lorota é contada desde os primeiros anos do governo Lula. Em 2006 veio à tona o caso do estagiário de zoológico que, milagrosamente, se tornou um receptor de 82 milhões de investimentos numa empresa “especializada em entretenimento e games” que ninguém sabia explicar direito o que produzia. O caso Gamecorp foi a estreia de Lulinha no mundo dos negócios petistas. Luleco, o filho mais novo do Lula também chegou a ser coadjuvante em suspeitas de corrupção. Mas o mais velho, Lulinha, é a estrela da família. Herdou todo o talento do pai para se envolver em escândalos de corrupção sem saber de nada. ... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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quarta-feira, 18 de março de 2026
#MarchaDaMaconha
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