#AnistiaParaLulinhaUm soco não intencional nos aposentados roubados? A pancadaria do PT é sempre por objetivos nobres e por uma causa justaNa CPMI do INSS, o deputado Rogério Correia (PT) foi o grande protagonista de uma interação cinética não solicitada, motivada por urgência democrática e por uma doce necessidade de defesa do sigilo bancário lulístico. A Folha explica esse diálogo não-verbal sincronizado e harmônico entre deputados:
Vejam que exagero! Chamar um soco de soco é uma agressão desnecessária ao deputado governista. Trata-se somente de um debate tátil. Até mesmo porque ele “pediu desculpas” e tentou fazer as pazes com o amiguinho.Tentar protestar não deveria despertar reação da oposição, afinal. Se não tivesse reagido não teria sido atingido de forma não intencional. O “confronto” para defender o primeiro-rebento da república foi uma “sessão tumultuada”, com “ânimos acalorados”, um “clima de tensão”. Uma petralhada… quero dizer, uma trapalhada. Obviamente, um petista jamais provocaria qualquer tipo de incidente violento ou pancadaria. Eles só protestaram de forma democrática. Pediram o VAR, segundo a Globo News em clima de análise esportiva, sem mencionar muito o ataque da matilha lulenta. Claro. Se fosse a matilha bolsonarenta invandindo a mesa diretora para pedir anistia... Lá, os ânimos eram de atentado às instituições, à demogracinha e o clima era de górpi – que, aliás, foi exatamente o argumento do Randolfe. Golpe. Golpe com Supremes e tudo, provavelmente. O terrivelmente evangélico – tinha de ser esse – foi lá e também liberou a quebra de sigilo do menino. Só porque recebia mesada do Careca? Bem, segundo a imprensa, André Mendonça fez primeiro… e nem ganhou um socão petista na cara. É um suprêmico e sabe o que faz. Tanto que ele decidiu que os irmãos do nosso amado José Antonio não precisam comparecer na CPI do crime organizado. Fez o milagre da transformação da convocação em convite. O pau que dá no amigo, não dá no amigo do amigo. Já, o Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, falou à imprensa: quem venceu foram os aposentados roubados! E, de repente, fomos obrigados a lembrar que essa CPMI trata de aposentados, pessoas doentes e pobres que foram sistematicamente roubadas! Que desagradável. Alguém deveria ter avisado aos parlamentares do PT! Com certeza, se eles soubessem que a investigação visava proteger trabalhadores velhinhos roubados e não apenas devassar o sigilo do rebento presidencial, estariam na linha de frente, carregando os extratos bancários de Lulinha em uma bandeja de prata. Exatamente o que fez o advogado do Lulinha. Afinal, quem defende o trabalhador com mais fervor do que eles? Foi apenas um lapso, um equívoco. Eles pensavam que estavam apenas protegendo a democracia do sigilo da mesada do lulentinho. O PT – esse partido de trapalhões, dos deslizes amigáveis, dos socos não intencionais, da boçalidade do bem – deveria chamar seu exército para defender Lulinha. Se eles sempre marcharam com tanta dedicação pelo pai, é imperativo que o façam agora pelo filho e, quem sabe, pelo espírito santo que habita as contas bancárias ainda não reveladas. Sinto saudade daquela apoteose democrática de 2006. Quando a nobreza do objetivo justificava cada estilhaço e cada segurança que foi para a UTI com o cocoruto quebrado. Como foi bonito ver o Salão Verde ser redecorado a pedradas pelo pessoal do tradicionalíssimo petista Bruno Maranhão! Até um pedaço de asfalto voou num vidro qualquer! A festa da democracia! Agora, devemos nos contentar com um parlamentar socando desajeitadamente a cara do outro. Tudo para evitar o górpi sem fim! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sábado, 28 de fevereiro de 2026
#AnistiaParaLulinha
#GambiarrasDoGilmar
#GambiarrasDoGilmarA CPI do Crime Organizado não vai poder investigar as toffoladas no escândalo do Banco Master
A justificativa de Gilmar para quebrar o galho dos irmãos Toffoli é que as relações ambíguas – para não dizer outra coisa – das empresas toffoladas no Banco Master, não têm relação ao objeto da CPI do Crime Organizado. Ocorre que a CPI aprovou por unanimidade a quebra de sigilo das toffoladas, fundamentando a decisão em indícios que sugerem uma possível ligação da empresa com os casos Master e Reag Investimentos, gestora de fundos suspeita de envolvimento com o PCC. Mas Gilmar ignorou o fato e mandou seu gabinete preparar 18 páginas de abstrações jurídicas, a partir de uma petição que pedia desarquivamento de uma outra decisão de Gilmar de 2021, que nada tem a ver com o escândalo do Master e muito menos com a CPI do Crime Organizado. Arrumaram, enfim, uma gambiarra jurídica para impedir que a CPI tenha conhecimento das toffolagens praticadas na empresa Maridt. O NEIM precisa da sua assinatura para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE AGORA! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |




