#GambiarrasDoGilmarA CPI do Crime Organizado não vai poder investigar as toffoladas no escândalo do Banco MasterA justificativa de Gilmar para quebrar o galho dos irmãos Toffoli é que as relações ambíguas – para não dizer outra coisa – das empresas toffoladas no Banco Master, não têm relação ao objeto da CPI do Crime Organizado. Ocorre que a CPI aprovou por unanimidade a quebra de sigilo das toffoladas, fundamentando a decisão em indícios que sugerem uma possível ligação da empresa com os casos Master e Reag Investimentos, gestora de fundos suspeita de envolvimento com o PCC. Mas Gilmar ignorou o fato e mandou seu gabinete preparar 18 páginas de abstrações jurídicas, a partir de uma petição que pedia desarquivamento de uma outra decisão de Gilmar de 2021, que nada tem a ver com o escândalo do Master e muito menos com a CPI do Crime Organizado. Arrumaram, enfim, uma gambiarra jurídica para impedir que a CPI tenha conhecimento das toffolagens praticadas na empresa Maridt. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
Total de visualizações de página
sábado, 28 de fevereiro de 2026
#GambiarrasDoGilmar
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário