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Bom dia! Mais um domingo, mais uma semana começando e mais uma edição do seu jornal favorito chegou — mas hoje, ele veio de cara nova. Depois de 6 anos construindo um jeito novo de contar e ler notícias com vocês diariamente, resolvemos "dar um tapa" na nossa marca. Para alguns, será sofisticação, para outros amadurecimento. Para quem criou a primeira logomarca em uma plataforma de design gratuito, é um grande upgrade. De qualquer forma, seguimos como sempre: construindo um produto que nós mesmos (time e fundadores) gostamos de consumir todos os dias e, claro, com o café sem açúcar. PS: Antecipamos nosso comercial do Super Bowl para a edição, pois a edição de domingo, pois ela é sempre a mais aberta pelos leitores fiéis. É um privilégio dividir isso com você em primeira mão. risos. |
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BIG STORY |
Quanto vale a sua atenção? |
Para um dos maiores eventos do mundo, ela custa exatamente US$ 333.333 por segundo. |
Imagine que vivemos em um mundo onde ninguém concorda em nada. No grupo da família, a política divide, no streaming, cada um assiste a uma série diferente e no fone de ouvido, cada um escuta uma playlist diferente e cria os próprios algoritmos. |
Em diferentes cenários, a atenção se torna fragmentada e consequentemente, se transforma um em recurso caro. |
Mas, por um domingo de fevereiro, essa lógica é suspensa. As atenções se miram pra um esporte, que de primeira pode parecer difícil de entender, mas que se torna uma grande fogueira da audiência coletiva. |
 | (Imagem: Getty Images | Reprodução) |
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Mas por que estamos te contando isso? |
Poderíamos falar de touchdowns, do jogo, da rivalidade entre as equipes, ou até da história da NFL, mas (i) contamos o início da liga aqui pra você e (ii) o fenômeno do SuperBowl interessa por ser um exemplo perfeito de resistência econômica. |
O evento, que teve mais de 127 milhões de espectadores na última edição, é uma máquina de concentrar atenção, fazer dinheiro, gerar awareness para as marcas e definir as conversas da segunda-feira. |
No primeiro jogo em 1967, ao contrário de hoje, o cenário era bem diferente. Os ingressos custavam meros US$ 12. |
O salto para um ecossistema bilionário não foi por acaso, ele exigiu uma mudança radical na forma como consumimos anúncios e tem tudo a ver com a marca do celular que você tem hoje… |
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Era 1984… |
…quando a Apple decidiu que o Super Bowl seria o palco para o lançamento do Macintosh — o primeiro computador pessoal da marca. Mesmo com rejeição por parte do conselho da empresa, o comercial foi ao ar às 21h no terceiro quarto do jogo, e o que se seguiu foi o primeiro caso de "viralização" analógica da história: |
Sem internet, o anúncio gerou mais de US$ 5 milhões em mídia espontânea apenas nos dias seguintes. |
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O que começou com a Apple, virou domínio absoluto sobre o mercado publicitário. Os números em 2026 comprovam: |
Um único anúncio de 30 segundos na NBC custa agora US$ 10 milhões. Na ponta do lápis, as marcas pagam US$ 333.333 por segundo de exposição. A audiência esperada para esta edição deve superar os 128 milhões de espectadores registrados no ano passado. Apenas com a venda de espaços comerciais durante a transmissão, a emissora arrecada mais de US$ 800 milhões. Um comercial bem-sucedido gera, em média, o triplo do investimento inicial em mídia espontânea (conversas em redes sociais e notícias), justificando o aporte astronômico. Com as mulheres representando 46% da audiência, marcas de tecnologia e bem-estar deslocaram as tradicionais cervejarias e montadoras, escalando nomes como Kendall Jenner e Sabrina Carpenter para garantir o alcance demográfico total.
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O segredo por trás desses números é que o jogo se tornou um dos poucos ambientes "seguros" e não polarizados para atingir toda a base de consumidores de uma vez só. |
A arquibancada mais cara do planeta |
 | (Imagem: Getty Images | Reprodução) |
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Esse domínio sobre a atenção não se limita ao que acontece na tela. Estar fisicamente no Levi's Stadium nesse domingo hoje custa mais do que uma final de Copa do Mundo. Se em 1967 o ingresso custava US$ 12, em 2026 o cenário é proibitivo: |
O ingresso mais barato para o duelo entre Patriots e Seahawks não sai por menos de US$ 6.620 (cerca de R$ 35 mil). O valor mínimo subiu mais de 40% em relação ao ano passado. O recorde: O preço médio dos assentos chegou a bater a marca de US$ 8.900 (aproximadamente R$ 47 mil) durante a semana.
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Isso reflete na música… |
Se as marcas e os torcedores pagam fortunas para garantir seu lugar, o artista entra no estádio por outra moeda: a de ser lembrado por gerações. |
Não à toa, o show marcante de Michael Jackson em 1993 ainda é referência pra quem pensa no intervalo do Super Bowl. |
 | Michael Jackson - Super Bowl Half Time Show (1993) [HD] |
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Na ocasião, a NFL vinha perdendo audiência para outros canais durante o intervalo do jogo, e decidiu apostar tudo no rei do Pop para ocupar o espaço que estava sendo preenchido por bandas universitárias e apresentações sem tanto glamour. |
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Depois que o astro levou o público à loucura, a liga entendeu que ali existia um produto a ser explorado, e que os artistas fariam os 13 minutos valerem mais do que qualquer turnê mundial. |
Hoje, essa busca pelo "trono" cultural explica por que nomes aceitam a lógica do cachê zero. O lucro não vem no boleto da liga, mas no rastro digital que fica no pós: |
Após a apresentação de Usher (2024), seu catálogo registrou um salto de 550% em reproduções no Spotify. No caso de Rihanna (2023), a música "Umbrella" teve um aumento de 640% em buscas e vendas logo após o show. A exposição da marca de cosméticos de Rihanna gerou um valor de impacto na mídia estimado em US$ 88,3 milhões.
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A "pimenta" de 2026 |
Nesse ano, quem comandará o intervalo tem um tempero extra que vai além da música. Com Bad Bunny como atração principal, o Super Bowl LX coloca um artista porto-riquenho — que raramente abre mão do espanhol — no centro do maior palco dos Estados Unidos. |
A escolha adiciona uma camada de tensão interessante ao evento, especialmente considerando o histórico de atritos públicos entre o artista e Donald Trump — o próprio Bad Bunny fez declarações contra o ICE no Grammy do último domingo. |
No final das contas, o Super Bowl LX é o exemplo máximo de que, quando se tem a atenção de todos, o preço é o que você decidir cobrar. Seja pelo marketing, pelo show ou pelo contexto político, o mundo vai parar para assistir. |
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MANCHETES DO DIA |
Seguro ou Ventura? Mais de 11 milhões de eleitores são chamados este domingo a votar na segunda volta das presidenciais |
Mudou o tom! Em evento do PT, Lula comenta sobre guerra nas eleições: ''Não terá mais Lulinha paz e amor'' |
Tensão segue: Irã diz estar pronto para guerra, mas pressiona EUA por resolução por via diplomática |
A guerra sem fim… Rússia lança um ataque massivo ao sistema energético da Ucrânia |
Start na folia. Blocos de Carnaval agitam ao redor do país; Ivete Sangalo é destaque com 1,2 milhão reunidos em São Paulo |
Dano ambiental: Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas |
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EDITORIAL |
Inteligência será sempre o nosso diferencial competitivo |
O mundo nunca teve tanta informação, mas mesmo assim, nunca foi tão difícil entender o que realmente importa. |
Entre o barulho, a pressa e a opinião fácil, apostar na inteligência virou um ato de coragem. |
O the news nasceu disso. |
A escolha de explicar em vez de confundir. Olhar de cima ao invés de descer para a polarização. |
De sintetizar em vez de inflar. De respeitar o tempo — e a capacidade — de quem lê. |
Acreditamos que pessoas bem informadas tomam decisões melhores. Que clareza gera confiança e que entendimento pode mudar trajetórias. |
Assim como você amadureceu, nós também crescemos. Hoje, depois de 6 anos, mostramos isso em nossa nova marca. |
Uma marca mais séria, porém mais moderna. Composta apenas por uma linha e um círculo, mas altamente sofisticada. |
Uma marca que mostra bem o que buscamos daqui pra frente: seguir transformando complexidade em clareza, fatos em inteligência. Notícias em visão. |
Te ajudar a olhar de cima, para além do óbvio — assim como a nossa caneca agora. Não para dizer o que pensar, mas para ampliar o que se enxerga. |
Porque inteligência não é um privilégio. É um hábito diário. |
E o futuro pertence a quem entende antes. Para nós, ainda que tudo mude, a inteligência sempre será o melhor diferencial competitivo. |
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 | Porque inteligência será sempre o melhor diferencial competitivo |
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TO CLICK |
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TO EAT |
 | (Imagem: Panelinha) |
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O calor pode até pedir algo gelado, mas tem dias que o corpo pede aquele conforto que só uma comida de forno, bem cremosa e com "sustância", consegue entregar. Em homenagem as eleições portuguesas, hoje vamos de Bacalhau com Natas! |
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Em uma panela, comece refogando 1 cebola pequena picada em um fio generoso de azeite até que ela fique transparente. Adicione 250g de bacalhau dessalgado em lascas e deixe refogar por cerca de 3 minutos para apurar o sabor. |
Em seguida, despeje 1 caixinha de creme de leite e misture bem. Junte metade de um pacote (100g) de batata palha diretamente na mistura da panela. |
Isso vai fazer com que a batata absorva o molho e traga estrutura ao prato. Tempere com uma pitada de noz-moscada, se tiver à mão. |
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Transfira essa mistura cremosa para um refratário pequeno, cubra com o restante da batata palha e salpique queijo ralado a gosto. Leve ao forno médio ou airfryer por cerca de 10 a 15 minutos apenas para gratinar e garantir a crocância do topo. |
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TO WATCH & READ |
 | (Imagem: Netflix) |
| Uma das estreias mais fascinantes para quem ama cultura e jornalismo, The New Yorker: 100 Anos de História mergulha nos bastidores de uma das revistas mais icônicas e influentes do mundo. | A produção revela como uma publicação nascida nos anos 20 moldou o pensamento intelectual e o humor refinado ao longo de um século, sobrevivendo a crises e transformações digitais. |
|  | (Imagem: Amazon) |
| Você provavelmente já se pegou tentando decifrar os contrastes e as peculiaridades que fazem do nosso país um lugar tão único. | No livro Brasil no Espelho, os autores mergulham nas raízes da nossa identidade para oferecer um guia indispensável para entender quem realmente são os brasileiros. | Através de uma análise profunda e envolvente, a obra reflete nossas contradições, cultura e o que nos moldou como sociedade até aqui. |
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EXTRA |
Se até a nossa "parcialidade" nós resolvemos abrir para vocês com o termômetro, por qual motivo não abrir a apresentação do conceito da nova marca para a audiência? Ainda mais para você, que chegou até aqui. |
| TNS | the news.pdf 10.45 MB • PDF Arquivo | | Baixar |
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Divirta-se! Foi feito com o coração e do jeito mais simples possível. A agência deu uma bela lapidada depois, mas isso você só poderá ver nos próximos dias. |
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RODAPÉ |
SUNDAY'S (the news) |
A edição de domingo do seu jornal favorito. Nunca seja chato ou desinteressante — ainda mais no almoço de família. Com essa leitura, você terá sempre algo a acrescentar no almoço de logo mais. |
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bom domingo e até amanhã! |