Trump está furioso com Bibi Netanyahu, porque a ofensiva israelense no Líbano começou a atrapalhar as negociações dos EUA com o Irã. Os iranianos se negaram a continuar as negociações enquanto Israel continuar o bombardedeio no Líbano.
Segundo a reportagem do jornal italiano Corrière della sera, Trump passou um sermão em Bibi Netanyahu. Ele teria dito:
“Mas que tremenda merda você está fazendo? Você está louco? Se não fosse por mim, você estaria na cadeia. Estou salvando a sua pele. Agora todo mundo te odeia. Todo mundo odeia Israel por causa disso".
A fofoca foi revelada por Barak Ravid, jornalista israelense do site americano Axios.
Em público, Trump tentou transformar a crise em vitória. Disse que a ligação com Netanyahu havia sido “produtiva”, que não haveria tropas indo a Beirute e que as conversas com o Irã já haviam sido retomadas
O caso mostra aquele padrão conhecido T.A.C.O: Trump Aways Chicken Out. Ele se mete em conflitos, promete a paz, mas arrega quando a coisa sai do controle e lhe causa prejuízos políticos. A rejeição ao seu governo aumenta cada vez mais, e seus próprios eleitores cobram a promessa de campanha de não colocar os EUA em novas guerras.
A Polícia Civil de São Paulo entrou na história de Dark Horse não como coadjuvante, mas como protagonista de uma investigação criminal. A cine-idolatria de Jair Bolsonaro passou a figurar no centro de uma apuração sobre suspeitas de fraude à licitação da Prefeitura de São Paulo, fraude na execução de contrato e possível desvio de recursos públicos.
Flávio Bolsonaro reagiu dizendo que não tem nada a ver com o filme. Ele tem razão. Tem a ver com os milhões de reais que ninguém ainda sabe o paradeiro.
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Neste ano, a festa junina jurídica que antes atravessava o Atlântico cheia de brilho, poder e salamaleques nada republicanos, ficou um pouco mais discreta. O evento aconteceu, os salões continuaram cheios de autoridades, advogados e ministros, mas faltou aquele ar triunfal de impunidade tão presente nesse tipo de evento.
A edição do ano passado, por exemplo, foi escandalosamente bem-sucedida. Com forte presença de ministros, políticos, empresários, muito grana do Banco Master e os integrantes de sempre da aristocracia jurídica brasileira. Lisboa foi invadida pelos nossos maiores problemas e se converteu no mundo particular do Aiatolá do Supremo, onde conferências inócuas se estendiam para jantares, encontros reservados e degustação de uísques...
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