Zelensky avisou que Putin é como o donna de Rigoleto. …è mobile. Mas a paixão cegou o velho laranja novaiorquino. “Entendi o motivo pelo qual eles estavam fazendo isso, e eles esperavam que eu estivesse assistindo, e eu estava assistindo”, disse Trump a repórteres no Salão Oval. Trump está se mordendo de ciúmes. “Meu relacionamento com todos eles é muito bom. Vamos descobrir o quão bom ele é na próxima semana ou duas”. Enquanto o laranjão enciumado vive sua sofrência, do outro lado do mundo um trisal vive um amor tão impuro que ainda nem sabe a força que tem. Uma paixão tão avassaladora que pode abalar o mundo. Nas suas redes sociais, Trump expôs o seu coraçãozinho partido. “Por favor, transmitam meus mais calorosos cumprimentos a Vladimir Putin e Kim Jong-un, enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América”. Trump não sabe o que é amar. O New York Times saiu a procura de um especialista para tentar explicar tanto ressentimento. Poderia ser interessante ouvir Pai Aristóteles, que promete trazer a pessoa amada em 3 dias. Ou talvez um psicanalista sobre a teoria sexual freudiana. Mas jornalistas geralmente não têm muita criatividade, por isso o NY Times foi atrás de R. Nicholas Burns, o último embaixador dos EUA na China do governo Biden. O senhor Burns falou obviedades como: “o simbolismo evidente do espetáculo em Pequim foi projetado para exibir o crescente poderio militar da China e a estreita aliança entre China e Rússia, bem como a crescente influência da China entre outros governos autoritários na Ásia Central e além”. Vamos ver qual será o simbolismo adotado por Trump para expressar a mágoa de não ter seu amor correspondido. LEIA TAMBÉM Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 5 de setembro de 2025
#GoodbyeToRomance
#SemTrabalho
#SemTrabalhoA era da Inteligência Artificial tornará o trabalho humano e o processo decisório potencialmente descartáveis?
Fiquei surpreso com o resultado de uma pesquisa informal que fiz com um grupo de adultos: poucos conheciam Geoffrey Hinton. Fui convidado a falar sobre o futuro do trabalho e, como sempre faço, evito apontar quais profissões estão em ascensão e quais estão em queda — como a maioria dos relatórios costuma enfatizar. Também não costumo recomendar soft skills. Esse tipo de orientação, embora positivo, é semelhante a uma canja de galinha: pode fazer bem, mas não atinge o âmago da questão. Por mais desligada que uma pessoa esteja da realidade que nos cerca e invade nossas vidas, a verdade é que estamos vivendo um grande paradigma de transformação. As antigas estruturas estão prestes a desmoronar de vez. Isso significa que profissão, diploma e emprego ganharão uma nova e revolucionária configuração — isso se sobreviverem. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Ajude a ampliar cada vez mais o nosso trabalho... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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