#AsMarcasDe7deOutubroTrês anos depois do ataque do Hamas, Israel ainda vive entre sirenes, reconstruções e traumas
Há três anos o Hamas decidiu invadir Israel e cometer os crimes mais abomináveis que se pode imaginar. Os israelenses ainda estão tentando retomar a vida. Mas é praticamente impossível no meio da guerra que não acaba, com as sirenes que vivem tocando como anúncios dos mísseis que iluminam o céu, numa beleza trágica captada nas ações do Iron Dome. Nos kibutzim atacados pelo Hamas, a reconstrução não ocorre somente no canteiro de obras. Por abaixo o que sobrou da casa destruída traz lembranças que ninguém consegue esquecer. Para os familiares das vítimas, o massacre continua presente a cada dia sem uma resposta relevante do governo para a inacreditável falha de segurança que permitiu todas aquelas atrocidades. O Oriente Médio que existiu até o dia 6 de outubro de 2023 praticamente desapareceu. A guerra permanece constante, e continua a redesenhar os problemas geopolíticos de uma forma que o fim dos conflitos fica cada vez mais distante. A guerra começou com bárbaros atravessando a fronteira para cometer crimes abomináveis, e foi se transformando numa disputa violenta que se alonga do Mediterrâneo até o estreito de Ormuz. O que começou no dia 7 de outubro ainda não terminou. E provavelmente jamais terminará para quem vivenciou o terror de perto. São marcas que nenhuma reconstrução é capaz de apagar. Reveja o primeiro episódio da nossa séria filmada em Israel Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2026
#AsMarcasDe7deOutubro
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