Em 2023, a imprensa mundial festejou Jason Arday, junto com os professores da Universidade de Cambridge. Ele simbolizava uma conquista moral que aquecia o coração dos professores empenhados em se desculpar pela sua “branquitude”, seus privilégios e seu passado colonizador.
Negro, autista, sem falar até os 11 anos, sem ler e escrever até os 18 e, aos 37, professor em Cambridge. Pouco importava explicar essa ascensão tão extraordinária, se Cambridge, BBC, Guardian, AFP e outras tantas instituições respeitáveis disseram que ele era brilhante, por que duvidar?
Agora descobriram que além de mentiroso era plagiário, mas ninguém ainda pediu desculpas.
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