Imagine alguém propondo, em 2010, que Mahmoud Ahmadinejad, o presidente iraniano que negava o Holocausto, chamava Israel de “entidade satânica” e prometia varrer o Estado judeu do mapa, poderia um dia ser o preferido de Israel para governar o Irã. Pareceria um delírio, uma sátira ou um esboço de má literatura fantástica. No entanto, segundo as investigações do New York Times e do jornal israelense Haaretz, foi exatamente isso que aconteceu. Ou supostamente, como gostam de afirmar os jornalistas profissionais...
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