O jornalista Felipe Moura Brasil resumiu bem a relação dos políticos com o Banco Master: “é como se tivessem inventado a propina consignada”. Todos os políticos, de uma forma ou de outra, se beneficiaram da amizade colorida com Vorcaro. O banqueiro pagou pornochanchadas de 130 milhões, ajudou parentes de ministros com contratos benevolentes, fez pagamentos contínuos a empresas de fachada, ONGS, igrejas e associações culturais, além das festinhas privês com “quengas” do leste europeu e as viagens internacionais com charutagens e uiscadas milionárias. Tudo sob o olhar complacente de “certos setores da Justiça” que, segundo o supremíssimo André Mendonça, “parecem especializados em fabricar vícios processuais” e ter uma pretexto para soltar os criminosos. E assim o Brasil se tornou o paraíso da bandidagem. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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sexta-feira, 19 de junho de 2026
#ParaísoDaBandidagem
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