Há pelo menos 3 décadas a Justiça brasileira vem sendo questionada. Magistrados cheios de penduricalhos, processos se arrastando por anos e denúncias de corrupção envolvendo a mais alta corte do país. Paralelo a isso, temos uma cultura da ignorância radicalizada. Teses como teoria de gênero e militância contra o patriarcado não têm fundamentação racional. São meros discursos políticos sustentados com pseudo-ciência. A imprensa ajuda a divulgar o charlatanismo de uma Judith Butler e outra dúzia de autoras norte-americanas que defendem ideias extremistas que influenciam jovens imbecis nas universidades. O caso do assassinato do menino Henry Borel reuniu esses dois mundos. O da aristocracia jurídica que vive num elitismo despótico de quem acredita poder modelar o mundo às suas vontades e conveniências. E o do extremismo ignorante de quem se propõe a explicar o mundo a partir de tudo aquilo que não compreende. Um país minimamente sério jamais permitiria que um magistrado erguesse um comício político diante da tragédia de uma criança espancada até à morte. O discurso político da juíza para inocentar a mãe omissa que permitiu que o filho fosse espancado sem tentar impedir, torna o crime ainda mais hediondo. Se você gostou deste texto, ASSINE o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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sexta-feira, 5 de junho de 2026
#AtivismoHediondo
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