Os que odeiam Trump, e não são poucos, escrevem sobre Ormuz como se o Irã fosse o dono desse corredor marítimo onde passa grande parte do petróleo mundial e tivesse o direito de fechá-lo à navegação internacional. O estreito de Gibraltar, o estreito de Behring e o estreito de Ormuz são águas internacionais. Navega neles quem quer, sem nenhuma restrição. Imagine se a França ou a Inglaterra decidisse que o Canal da Mancha fosse propriedade de um dos dois países e proibisse a navegação mundial. Seria o caos. O Irã não tem nenhum direito sobre Ormuz, menos ainda o direito de proibir que navios circulem nesse mar. O que o governo revolucionário islâmico faz é pura chantagem. E os países que dependem dessa passagem cedem covardemente a chantagem em vez de enfrentar o Irã. Como se o Irã fosse uma democracia, não estivesse tentando fazer uma bomba atômica, e não financiasse grupos terroristas islâmicos pelo mundo. Podem falar mal de Trump, mas é preciso coragem para dizer: no meu estreito, não! O NEIM precisa do seu apoio para continuar Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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terça-feira, 26 de maio de 2026
#EstreitoDeOrmuz
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