Em mensagens de WhatsApp, Flávio Bolsonaro se tornou o irmãozão do Vorcaro. O estelionatário que estava a um passo de ser preso por um rombo de R$ 50 bilhões. O afeto, dizem, tinha o preço de R$ 134 milhões, cobrados com urgência para pagar astros de Hollywood na hagiografia de Jair Bolsonaro. Enquanto o Banco Master saqueava as economias de milhares de aposentados, a prioridade era garantir que o dinheiro de Daniel Vorcaro chegasse a tempo de produzir a propaganda cinematográfica a ser lançada na véspera das eleições. Bolsonaristas dizem: qual o problema de receber financiamento privado? A pergunta é a mesmíssima que os petistas sempre usaram e usarão. Justificam que o pedido aconteceu antes do escândalo ser conhecido. Como se todos os que foram comprados, de políticos a ministros, não tivessem sido pagos antes. Outra porção daqueles que se autodenominam de outro tipo de direita iluminam: e se fosse Lula gravado cobrando dinheiro de Vorcaro? Outra questão inútil. Lula e seus companheiros já fizeram isso de todas as formas imagináveis e ressuscitaram porque essa mesma direita, em algum momento, também apostou suas fichas em Bolsonaro. Trancafiados nessa falsa polarização, seguimos com a retroalimentação, formando apenas um looping infinito do nada para lugar nenhum. Ou pior: do PT para mais PT... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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sexta-feira, 15 de maio de 2026
#“EstareiContigoSempre”
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