Segundo o G1, os funcionários do gabinete do deputado Mario Frias tiveram de pagar a fatura do cartão de crédito da sua mulher, no valor de R$ 4.832,32 e ainda mandar uns pix de R$ 1.000 para sua mãe. Mario Frias ganha R$ 46.366,19 por mês. Mais R$ 17.012,00 de auxílio moradia. Mês passado, gastou quase 90% da cota parlamentar: R$ 531.130,42. E, claro, junto com seu padrinho político, Flavio Bolsonaro, arrumaram mais de 60 milhões do dinheiro fraudulento do Banco Master para fazer um filme classe B, idolatrando Jair. Segundo o próprio Frias, o filme custou 20 milhões. Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Ele também captou mais 7 milhões em emendas de outros parlamentares bolsonaristas para o mesmo filme. Falando assim, até parece fácil acumular todos esses milhões. Mas o que importa é que, cobrado a dar explicações, Nem Frias nem Flavio souberam dizer qual o destino dos 47 milhões excedentes. O que se sabemos até agora — e eles não negam — é que todo o dinheiro foi parar num fundo de investimentos no Texas, ligado a Eduardo Bolsonaro. Flavio evita tocar no assunto. E Frias, que havia prometido esclarecer tudo, sumiu. Sua assessoria diz que ele viajou para o exterior, mas volta ainda hoje. O doublé de deputado tem muita coisa para explicar. Mas a gente desconfia que, a exemplo de Eduardo Bolsonaro, ele pode virar mais um deputado EAD. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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segunda-feira, 25 de maio de 2026
#DoubléDeDeputado
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