É preciso admitir que o rapaz das pelelecas era um empreendedor nato. Banqueiro, aviador, promoter de festas privês, sócio de resort e investidor de igrejas evangélicas. Não havia ramo empresarial em que Vorcaro não tinha seus tayayás investidos. Mas a manchete deste final de semana é que Kássio Nunes Marques viajou para Maceió em jato pago por advogada que atua para o Bando Master. Todo mundo nega. Ninguém explica. Ministros da Suprema Corte vivem viajando com as despesas pagas por empresários, advogados e admiradores. Não se trata mais de conflito de interesses. Mas de interesses descaradamente pecuniários. Ninguém se acha obrigado a dar explicações. E a PGR ignora solenemente o fatos. Vai, Brasa! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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domingo, 5 de abril de 2026
#VoandoComVorcaro
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