Todos aguardavam com expectativa o pronunciamento de Trump sobre o Irã. Havia uma tensão no ar, a expectativa de algo decisivo, talvez revelador. Mas veio apenas um encadeado de frases feitas, um discurso meramente protocolar. Trump afirmou, como uma operadora de telemarketing, que vai estar trabalhando para que os objetivos estratégicos centrais da guerra contra o Irã estejam próximos de sua conclusão. Garantiu aos americano que vai estar seguindo o planejado — embora ninguém saiba o plano —, e que vai estar no caminho certo para cumprir as metas em breve. No ponto alto do discurso, ele garantiu que vai estar trabalhando para levar o Irã de volta à Idade da Pedra. Toda essa conversa serviu apenas para justificar o preço alto da gasolina? Porque o Irã já não representa uma ameaça militar, mas ainda é capaz de bloquear o Estreito de Ormuz e prejudicar o mundo inteiro com a alta dos combustíveis. Trump também falou que prefere a diplomacia, mas foi obrigado a jogar umas bombas no Irã por culpa dos seus sucessores. “A situação vem acontecendo há 47 anos e deveria ter sido resolvida muito antes de eu chegar ao cargo”, disse com a convicção de quem lia uma lorota no teleprompter. Na real? Trump entrou na guerra, mas não sabe como sair. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quinta-feira, 2 de abril de 2026
#SemSaída
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