A imprensa é tão contra Trump e Bibi, que não consegue analisar com imparcialidade qualquer atitude que eles tomem. Na opinião da imprensa, todas, absolutamente todas, tem que ser erradas. O inimigo do meu inimigo é meu amigo. Sendo assim, apoio Trump e Bibi na guerra contra o Irã, que há 47 anos ameaça destruir Israel e os USA. E na sequência, a civilização Ocidental. Para o governo do Irã, só existe lugar para o islamismo radical. Criticam as ameaças de Trump, como se o governo revolucionário do Irã fosse uma democracia que luta pelos Direitos Humanos e deve ser defendido pelo mundo livre. Os governos europeus, acovardados como sempre — vimos isso na II Guerra contra Hitler e na invasão da Ucrânia, onde levaram meses para apoiar Zelenski — e amedrontados com a invasão islâmica nos seus países — onde podem perder eleições por causa dos votos islâmicos — se recusaram a apoiar o ataque ao Irã. Trump foi na mosca: que se virem para buscar o petróleo em Ormuz. Outra parcialidade da imprensa é acusar Trump e Bibi por crimes contra a humanidade. O porta-voz do Irã informa sem provas que foram atacados alvos civis e os papagaios jornalísticos repetem a informação. Nunca acusaram o Irã de crime contra a humanidade, mesmo após os milhares de misseis lançados pelo Irã contra alvos civis em Israel, Catar, Dubai, Barhein, Arábia Saudita etc. sendo que muitos causaram mortes de civis. Imaginem se o Irã já tivesse bombas nucleares. O Líbano é outra questão que a imprensa tem preguiça – ou má fé – em entender. Acusam Israel de invadir o Líbano. Israel invadiu territórios ocupados pelo Hezbolah, organização terrorista financiada pelo Irã que lança mísseis contra áreas civis em Israel. O Hezbolah ocupa territórios do Líbano porque o governo libanês não os controla, não tem forças para combater. Paga o preço da inércia e da tolerância. Podemos comparar com os morros cariocas tomados pelo CV. O governo brasileiro não tem controle sobre essas áreas. O governo libanês não tem controle sobre as áreas do Hezbolah. Se o governo libanês eliminasse o Hezbolah, Israel não atacaria o Líbano. Morrem inocentes? Em que guerra não há efeitos colaterais? Se o Irã está em guerra com Israel e USA, por que atacou o Catar, Doha, Arábia Saudita, Kwait, Dubai? A imprensa não explica, Outra questão que a imprensa tem preguiça de entender é o fechamento do estreito de Ormuz. O Irã está perdendo a guerra. Perdeu a maior parte do poderio militar, a inflação dobrou, os recursos financeiros vão para o exército e não para o bem-estar da população. Atacar navios em Ormuz é uma maneira de forçar os USA a terminarem a guerra, antes que o regime caia. Prejudicar o comércio mundial de petróleo, mesmo que prejudique aliados, é a única coisa que podem fazer. Caros leitores, o Irã não quer a paz como nós a entendemos. A paz, segundo o Islã, e quem entende de islamismo sabe disso, significa ser islâmico. Só tem paz quem é islâmico. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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sábado, 11 de abril de 2026
#IrãIrado(5)
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