Enquanto certas vozes da magistratura perdem-se em queixas sobre a extinção de penduricalhos, fazendo uma vexaminosa comparação entre a perda de privilégios e um regime de escravidão, a ministra aposentada do STJ Eliana Calmon mostra como é ter senso de prioridade e de integridade institucional. Em vez de se entrincheirar na medíocre defesa do próprio contracheque, ou alimentar aquele costumeiro silêncio covarde, ela resolveu dar nome aos bois.
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