José Dirceu decidiu ressuscitar na Páscoa. Ele ressurgiu essa semana. E a imprensa ainda o trata como o Poderoso Chefão do PT. Dirceu tem 80 anos. Já deveria ter se aposentado com todo o patrimônio que angariou em tantos anos de vida pública. Mas ele quer voltar a sentir o gostinho de mandar em alguém. Para isso, precisa de uma cadeira no Parlamento. Ele acha que o PT ainda é relevante para o país. Defende que só os petistas podem resolver as questões estruturais do Brasil, como desenvolvimento econômico, segurança pública, educação e avanço tecnológico. Uma pena que ele não pensava assim quando era jovem e detinha o poder de superministro do primeiro governo Lula. Daria para ter feito muita coisa para o desenvolvimento econômico, segurança pública, educação e avanço tecnológico, mas eles preferiram dilapidar as estatais no que o ex-ministro Celso de Melo chamou de “projeto criminoso de poder”. Dirceu tem outras opiniões sobre a realidade política brasileira, mas ninguém está interessado em saber. Tanto que a manchete em todos os jornais foi a crítica ao Supremo Tribunal Federal. O Oráculo do petismo percebeu, só agora, que “há uma demanda social por mudanças”. Ele acha que o STF tem de conduzir uma “autorreforma” para discutir a transparência, seus limites de atuação e as regras para seus membros, caso contrário, o Parlamento o fará. Toda a imprensa caiu na conversa. O PT quer se posicionar como antissistema. Dirceu aproveitou a oportunidade para fazer sua campanha. Provavelmente, Dirceu será eleito. O povo brasileiro gosta de ser enganado. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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segunda-feira, 6 de abril de 2026
#AsLorotasDeDirceu
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