Gilmar suspendeu a quebra de sigilo do fundo de investimentos Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a decisão foi irregular porque “o requerimento de quebra de sigilo demanda análise fundamentada de cada caso, com debate e deliberação motivada". Essa lorota aí é a explicação oficial. Mas a gente pode traduzir. O fundo Arleen está ligado a investigações envolvendo a administradora Reag e tem conexão com o resort Tayayá, que era da família Toffoli. Gilmar também afirmou que a comissão tentou contornar uma decisão anterior do STF, que havia proibido a quebra de sigilo de Lulinha, classificando a insistência da CPI como uma “fraude à decisão judicial” e um desvio de finalidade. A gente traduz esse trecho também. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 20 de março de 2026
#TodoSigiloÉPouco
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