#PrerrogativaSeletivaPara os advogados do Prerrô, transparência só vale quando beneficia seus clientesQuando o Verdevaldo surgiu com a história das mensagens roubadas pelo hacker de Araraquara, o pessoal do Prerrô não viu nenhum abuso nos “vazamentos seletivos”. Pelo contrário, defenderam as mensagens roubadas, sem perícia e sem validade comprobatória, para beneficiar seus clientes. Agora, que a divulgação das mensagens extraídas da investigação da PF prejudicam as narrativas dos clientes, eles dizem que são "abusos praticados nos procedimentos investigatórios". Parece que os advogados milionários do Prerrô não querem que o povo saiba quem está envolvido nas festividades libertinas de Vorcaro, e muito menos esclarecer o envolvimento e Lulinha nas pornografias da escandalosa roubalheira no INSS. É sempre bom lembrar da frase ilustre do nobilíssimo jurista Antonio Cláudio Mariz, membro notório do Prerrô: “o crime já aconteceu, de que adianta punir?” Cada um, enfim, tem a prerrogativa que merece. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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segunda-feira, 9 de março de 2026
#PrerrogativaSeletiva
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