Se nos EUA a trumpização parece um caso perdido, na Europa, o tema aparece diluído em discussões mais amplas sobre populismo, descolamento das elites políticas e desgaste do discurso progressista tradicional. Mas um colunista do Le Monde, Filipe Bernard decidiu tocar na ferida. A ideia central do seu texto é a de que os progressistas americanos cavaram a própria cova ao ignorar angústias sociais concretas e ao moralizar excessivamente o debate público com suas pautas identitárias. A repercussão foi grande no final de semana. Mas como vivemos nessa época imemorável, tudo já caiu no esquecimento. Nos Estados Unidos e no Canadá, o trumpismo é tratado como um problema doméstico, explicado por variáveis internas, e raramente como um fenômeno mundial. Ninguém ignora os argumentos do colunista do Le Monde. No fundo, até concordam. O problema é que ninguém sabe ao certo o que fazer. Enquanto isso, Trump deita e rola. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
Total de visualizações de página
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
#Trumpização
Assinar:
Postar comentários (Atom)



Nenhum comentário:
Postar um comentário