#SupremoArapongaToffoli está sendo acusado de gravar a reunião secreta do STF para decidir o futuro da investigação do Banco MasterRevoltados. É como o jornalismo de WhatsApp está classificando a reação dos Supremes com a possibilidade de Toffoli ter vazado, para o site Poder360, a gravação da reunião secreta para decidir seu futuro A história é um misto de pornochanchada e draminha mexicano. Segundo as transcrições do Poder360, os ministros, sem saber que estavam arapongados, acreditam ser vítimas de perseguição política. No diálogo transcrito, Gilmar Mendes diz que “Toffoli tomou algumas decisões (…) nesse caso Master que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar”. Já Flavio Dino se questiona: “o ministro Toffoli pegou uma causa bilionária de R$ 55 bilhões e um negócio dele lá com um fundo de R$ 16 milhões é o problema do país?”. Eu também tenho algumas questões. Qual o problema de um ministro julgar uma fraude bancária de 55 bilhões de reais cometida por pessoas com quem está envolvido num negócio obscuro de R$ 16 milhões? Qual o problema das Supremas Esposas terem contratos milionários com os acusados de cometer fraudes bancárias de 55 bilhões de reais, que serão julgados por seus Supremos Esposos? Parece que o próprio Toffoli tem algumas dúvidas quando, segundo a transcrição do Poder360, chantageia os outros Supremes, dizendo ser a favor do Código de Ética proposto pelo ministro Fachin, desde que “os ministros estivessem de acordo em divulgar as suas declarações de Imposto de Renda, o de suas empresas, dos seus familiares ascendentes, descendentes e colaterais até o 2º grau”. Mas o Gilmar, do alto do seu trono dourado, retrucou: “Não estamos aqui para discutir Código de Ética”. Toffoli, então, dobrou a aposta, dizendo não ter receio de nada: “Inclusive abro as minhas contas bancárias. Mas isso é para estar no código de ética. Eu não vou abrir sozinho”… Depois das divergência pontuais, todos acabaram concordando que a PF não pode investigar um Supreme Ministre em vão. “Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política", sentenciou Flavio Dino, segundo a transcrição não-oficial da arapongagem atribuída a Toffoli, publicada pelo site Poder360. Então, o ministro com “um fundo de R$ 16 milhões”, segundo Flávio Dino, foi convencido a deixar a relatoria do caso do Banco Master. André Mendonça assumiu o lugar, garantindo, primeiro, estar fechado com Toffoli. Em seguida, ainda nas malfadas transcrições, falou sinceramente sobre os Gilmarpaloozas patrocinados pelo Banco Master: “na questão dos eventos, se for considerada, todos nós somos suspeitos de tudo”. É exatamente por isso que querem sempre manter esse tudo em sigilo.
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sábado, 14 de fevereiro de 2026
#SupremoAraponga
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