A confirmação do fracasso da Rússia, do seu exército e da ditadura de Putin faz quatro anos neste 24 de fevereiro. Putin achou que seria tão fácil chegar em Kiev e depor Zelensky quanto jogar opositores pela janela. Centenas de milhares de russos mortos depois, a guerra chega ao quarto ano. Putin descobriu a duras penas o que já sabemos faz tempo: a corrupção destrói o país. Ele achou que os bilhões de rublos investidos no exército tinham sido investidos no exército. Ele acreditou que sua fiel equipe saía das quatro linhas em benefício da Rússia. Nós também acreditamos que o STF trabalhava para nós. A esquerda até acreditou que eles saíam das quatro linhas em defesa da democracia. A insanidade imperialista de Putin custou quatro milhões de ucranianos refugiados. Mais de um milhão de mortos civis e militares de ambos os lados. Um número desconhecido de coreanos do norte mortos (o que a Coreia do norte foi fazer lá?). Centenas de milhares de casas destruídas e famílias desabrigadas. Com toda essa desgraça, Putin continua sendo recebido pelo governo brasileiro de braços abertos no BRICs. Putin, além de trazer dor e tragédia para as famílias ucranianas e russas, desestruturou a Europa. Os europeus descobriram que fechar usinas nucleares e depender do gás russo foi um erro. Depender da proteção do tio Sam foi um erro. Usar o dinheiro dos investimentos militares para acolher imigrantes islâmicos foi um erro. Não apoiar a Ucrânia com todas as forças desde o primeiro dia foi um erro. Quatro anos depois, não existe luz no fim do túnel. Em breve, a guerra entre a Rússia e a Europa será mais longa que a II Guerra Mundial. Só não se transformou na terceira, porque Zelenski enfrentou Putin. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
Total de visualizações de página
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
#FelizAniversário,Guerra
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário