O governo Lula não consegue aprovar nada no Congresso. Mas conseguiu barrar a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na CPMI do INSS. Segundo mensagens interceptadas pela PF, o empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, mandou um funcionário depositar R$ 300 mil mensal na empresa de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, e que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz” A CPMI do INSS não tá muito a fim de saber disso. Mas não é a primeira vez que Lulinha se mete em escândalos. Em 2006, no caso Gamecorp, ele recebeu uns aportes milionários na sua empresa, envolvendo a Telemar/Oi, grupo que operava concessões públicas e dependia de decisões regulatórias do governo. Obviamente se suspeitou de conflito de interesses, afinal, as vantagens comerciais da empresa de Lulinha não se davam por critérios de mercado, assim como as vantagens dos escritórios das esposas de ministros do STF não de dão por critérios de altos saberes jurídicos. Mesmo sem uma condenação de Lulinha naquela época, o episódio se consolidou como símbolo do tipo de promiscuidade entre negócios privados e poder estatal que sempre marcou os governos petistas. O nosso Doge de Veneza, Diogo Mainardi, escreveu tanto sobre o Lulinha que, agora, infelizmente, quer distância do jornalismo e da picaretagem política, que se repetem ad infinitum nesse mar de lama que é o Brasil. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
#DeNovoNoGame
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