Crimes como advocacia administrativa, tráfico de influência e corrupção passiva não existem mais. Daniela Lima fez o anúncio: Suborno, para a Daniela, é investimento em relações públicas! Segundo a análise da “jornalista”, Vorcaro não é um fraudador do sistema financeiro, mas um investidor. Ele investia em transações que pudessem lhe render acesso. Acesso é dinheiro, é liquidez imediata! Ao separar o crime da burrice, Daniela quer convencer a todos que despejar fortunas nas mãos das autoridades é só uma estratégia. Não é crime! E é uma estratégia que, segundo ela, não prosperou. Porque nossas autoridade se vendem, mas quem compra não leva. O investidor, nesse caso, é só um burro esperançoso. Para dizer isso, ela precisa levar Vorcaro ao governo de Bolsonaro, claro, e usar como exemplo um contrato com Fábio Faria. Em seguida, num movimento rápido, faz uma mágica e junta isso com o contrato do escritório de advocacia com “grife de família de ministro”, como se tudo fosse a mesma coisa. O triunfo da forma sobre a substância de Daniela ocorre quando ela encerra sua “análise” com uma exaltação: Vorcaro era um investidor tão esforçado e sério que exigia que o contrato de R$ 129 milhões fosse cumprido com prioridade, em dia! Afinal, a esposa do ministro do STF tem a grife de ser esposa do ministro. Se querem pagar alguns milhões para ela, por que não? Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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domingo, 1 de fevereiro de 2026
#Crime&Burrice
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