Hannah Arendt já advertia que o maior perigo da modernidade não era a maldade consciente, mas a substituição do juízo pelo procedimento. A banalidade do mal. A Inteligência Artificial dissemina a mesma lógica ao automatizar as decisões e a linguagem, determinando por nós, através dos algoritmos, que a banalidade é relevante. ... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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terça-feira, 20 de janeiro de 2026
#TerceirizandoAInteligência
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