A queda de Maduro expôs, mais uma vez, as titubeadas europeias quando princípios democráticos colidem com a realidade da força. As principais lideranças do continente reagiram de forma desigual: entre a celebração cautelosa, o silêncio estratégico e a reafirmação ritual do direito internacional, a Europa mostrou mais desconforto do que unidade diante do fato consumado da invasão e captura do ditador venezuelano. Veja o que declarou cada um dos líderes europeus – e um intruso de bônus... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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domingo, 4 de janeiro de 2026
#ReaçõesEuropeias
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