O anúncio do fim da Lava Jato em 2020, celebrado por Jair Bolsonaro como um troféu pessoal, marcou o momento de consolidação do esquema Master. Foi no vácuo deixado pelo desmonte da investigação que a fraude financeira encontrou o solo fértil para prosperar. Enquanto a operação mantinha o sistema em alerta, havia um freio. Sem ela, a percepção de impunidade derrubou qualquer traço de vergonha na cara dos envolvidos. O resort vinculado a Dias Toffoli, com seu cassino clandestino operando blackjack e máquinas de apostas é só um dos muitos retratos da degradação. Enquanto o Metrópoles revela o balcão de jogos em pleno funcionamento no resort conhecido como “do Toffoli” ou “do Zé”, o Estadão apresenta a cunhada do ministro que nega qualquer elo com a venda milionária do imóvel, alegando não ter dinheiro “nem para arrumar a própria casa”... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
#MasterCorrupção
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